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Nuno Markl homenageia Bruno Nogueira: “Estarei sempre grato”

Nuno Markl foi um dos protagonistas dos diretos de Bruno Nogueira. Na tarde deste sábado, dia 16, o radialista falou sobre os dois meses de ‘Como é Que o Bicho Mexe’.

Na longa mensagem, a homenagem principal de Nuno Markl só podia ir para uma pessoa: o Bruno Nogueira.

“Bem. Agora que processei tudo, vou tentar fazer um texto definitivo sobre isto para também não vos maçar mais e não ser repetitivo: aquilo ontem começou com um micro-momento de emoção, antes de se tornar naquela coisa tão macro. Foi tão simples como isto: o momento em que, às 10 da noite, o Bruno me apareceu ao portão de casa. Percebi que não me lembrava da última vez que tinha estado com ele sem ele estar encaixado no ecrã do meu telemóvel”, começou por escrever.

“Ver um amigo ao vivo, numa situação destas, é uma coisa genuinamente arrebatadora (…) Há que dizer ainda que, antes de partirmos, havia um lado em nós com receio do fiasco. É que uma coisa é ter todas aquelas dezenas de milhares de pessoas juntas num instagram. A outra é cá fora, espalhadas pelo mundo. E se, de repente, as luzes de Natal não fossem assim tão visíveis? E se fosse uma aqui, outra daqui a 10 km? E se não víssemos nenhuma? Mas vimos, logo à saída do meu bairro. E outra, e outra, e outra. E o resto é o que está no vídeo, para sempre imortalizado no Instagram TV do Bruno.”, acrescentou.

Por fim, Nuno prestou uma homenagem a Bruno Nogueira.

“Foi maravilhoso fazer parte disto, com aquela que se tornou numa nova família, composta de amigos de longa data e outros que ganhei com o #comoéqueobichomexe. Mas a homenagem principal tem mesmo de ir para o Bruno: eu podia ter uma carreira sossegada e compensadora a fazer coisas que adoro e que podem ser ouvidas por pessoas dos 0 aos 100 anos, como o meu querido Homem Que Mordeu o Cão, que continua a dar-me o mesmo gozo a fazer que dava há 20 e tal anos. Mas estarei sempre grato ao Bruno porque, quando nos encontramos, posso nadar para fora de pé e acontecem coisas tão inesquecíveis como Os Contemporâneos, Uma Nêspera no Cu – ou este indescritível OVNI em que voámos nos últimos dois meses e que ontem me proporcionou, só, um dos melhores dias da minha vida. E olhem que tenho a felicidade de já ter tido vários dias do caraças na minha vida, apesar da minha natureza de Calimero. Sempre grato, querido Bruno. Agora já podemos ser lamechas“, rematou.

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Bem. Agora que processei tudo, vou tentar fazer um texto definitivo sobre isto para também não vos maçar mais e não ser repetitivo: aquilo ontem começou com um micro-momento de emoção, antes de se tornar naquela coisa tão macro. Foi tão simples como isto: o momento em que, às 10 da noite, o Bruno me apareceu ao portão de casa. Percebi que não me lembrava da última vez que tinha estado com ele sem ele estar encaixado no ecrã do meu telemóvel. Ver um amigo ao vivo, numa situação destas, é uma coisa genuinamente arrebatadora que tivemos de superar com um cumprimento desajeitado de pés e várias piadas, porque ainda era cedo para a malta se ir abaixo. Há que dizer ainda que, antes de partirmos, havia um lado em nós com receio do fiasco. É que uma coisa é ter todas aquelas dezenas de milhares de pessoas juntas num instagram. A outra é cá fora, espalhadas pelo mundo. E se, de repente, as luzes de Natal não fossem assim tão visíveis? E se fosse uma aqui, outra daqui a 10 km? E se não víssemos nenhuma? Mas vimos, logo à saída do meu bairro. E outra, e outra, e outra. E o resto é o que está no vídeo, para sempre imortalizado no Instagram TV do Bruno. Foi maravilhoso fazer parte disto, com aquela que se tornou numa nova família, composta de amigos de longa data e outros que ganhei com o #comoéqueobichomexe. Mas a homenagem principal tem mesmo de ir para o Bruno: eu podia ter uma carreira sossegada e compensadora a fazer coisas que adoro e que podem ser ouvidas por pessoas dos 0 aos 100 anos, como o meu querido Homem Que Mordeu o Cão, que continua a dar-me o mesmo gozo a fazer que dava há 20 e tal anos. Mas estarei sempre grato ao Bruno porque, quando nos encontramos, posso nadar para fora de pé e acontecem coisas tão inesquecíveis como Os Contemporâneos, Uma Nêspera no Cu – ou este indescritível OVNI em que voámos nos últimos dois meses e que ontem me proporcionou, só, um dos melhores dias da minha vida. E olhem que tenho a felicidade de já ter tido vários dias do caraças na minha vida, apesar da minha natureza de Calimero. Sempre grato, querido Bruno. Agora já podemos ser lamechas. (Fotografias extraordinárias do @josesenagoulao.)

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