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Morreu o ator Alberto Villar

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O ator Alberto Villar, morreu este sábado, dia 8 de agosto, aos 87 anos de idade, num hospital de Lisboa, onde estava internado.

Ruy de Carvalho recorreu às redes sociais para reagir à morte do amigo e colega. “Meu querido Alberto Villar… Soube agora pela minha filha… Partiste muito cedo, meu amigo. Nesta foto, estávamos tão felizes… Até um dia destes, meu querido amigo… Estou sem palavras… 7 atores desde o inicio do ano… mas que ano tão mau”, escreveu.

Nascido em Leiria a 2 de novembro de 1933, José Alberto do Espírito Santo iniciou a sua atividade como amador, em Leiria, no Grupo Miguel Joaquim Leitão. Como profissional, estreou-se na Companhia Rafael de Oliveira a 1 de outubro de 1959, onde permaneceu até 1963, percorrendo Portugal. Em Lisboa, onde se radicou, fez parte de inúmeras companhias como a de Vasco Morgado e a de Amélia Rey Colaço/Robles Monteiro.

Foi ator e encenador da Metrul-Produção e Espectáculo. Integrado no Teatro Experimental de Cascais, atuou em Espanha, Angola e Moçambique. De novo na Companhia Rafael de Oliveira fez uma digressão pelo país e junto das comunidades portuguesas radicadas em França. Foi também ao Canadá e E.U.A. na Companhia de Francisco Ribeiro.

Societário da Companhia Teatro de Todos os Tempos e da Companhia Independente de Teatro, percorreu todo o país e apresentou-se ainda na África do Sul e em França.

Teve inúmeras actuações em programas de teatro da RTP (estreia-se na televisão com a peça de teleteatro “O Alfageme de Santarém” em 1963) e da RDP (rádio). Em 1978, na reabertura do Teatro Nacional D. Maria II, ingressou no seu elenco, tendo participado, entre outros espectáculos, em: Auto da Geração Humana; Felizmente Há Luar; As Alegres Comadres de Windsor; Os Filhos do Sol; O Alfageme de Santarém; O Judeu; Rómulo, o Grande; Pedro, o Cru; “Ciclo de Autores Portugueses”; Auto de S. António; A Carroça do Poder; Fígados de Tigre; As Fúrias e Ricardo II.

Em 1982, como bolseiro do Ministério da Cultura, fez um estágio de Encenação e Régie, em Paris, no Théâtre National de Chaillot, sob a orientação de Antoine Vitez.

Foi ator residente e ainda delegado da Direção, diretor de produção e diretor de cena do Teatro Nacional D. Maria II, tendo saído da Companhia aquando da sua extinção.

Entretanto faz algumas participações na televisão e integra espetáculos teatrais como: “Oh, Que Ricos Dias” (2003), Love Letters” (2005) ou “1755 – O Grande Terramoto” (2006). Em 2015 regressa ao Teatro Nacional D. Maria II integrando o espetáculo “Cyrano de Bergeac”. Em 2016, funda a “Jafes-Produções” levando á cena a peça “Faz-te ao Largo” que esteve em digressão. Em 2017 participa na nova versão de “Amália – O Musical” no Teatro Politeama.

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