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Júlio Isidro faz homenagem a profissionais de saúde e forças de segurança

Julio Isidro

Júlio Isidro é um dos apresentadores mais conhecidos do panorama nacional. O comunicador partilha com frequência várias reflexões com os fãs.

Esta quarta-feira, 13 de janeiro, não foi exceção. Júlio Isidro fez uma homenagem aos profissionais de saúde e forças de segurança que têm contribuído para combater a Covid-19.

O comunicador começou por relembrar o juramento de Hipócrates e fez uma longa reflexão na sua conta de Facebook.

Lê aqui o texto completo publicado por Júlio Isidro:

“Temos que os merecer. Fui ler o juramento de Hipócrates (pai da medicina moderna ,século V AC). É jurado pelos médicos no acto final da sua formatura. Da versão de 2017 , adaptada para novas realidades sociais, destaco:
– Prometo solenemente consagrar a minha vida ao serviço da humanidade.
– Não permitirei que considerações sobre a idade, doença ou deficiência, crença religiosa, origem étnica, sexo, nacionalidade, filiação política, raça, orientação sexual, estatuto social ou qualquer outro factos, se interponham entre o meu dever e o meu doente.

Nestes dias negros, constato, que médicos, enfermeiros, assistentes operacionais, técnicos de saúde cumprem e se excedem na missão que os clínicos juraram, numa assumpção colectiva A este exército do fazer bem, não esqueço os bombeiros, e forças de segurança, também envolvidos no campo de batalha.

Perante Hipócrates e a sua “constituição” descubro os Hipócritas que muitas vezes de voz mansa, criticam para destruir, opinam para confundir, e intervêm para paralisar e espalhar o pânico. Por esses e por sua causa, sinto por vezes o vómito da indignação. Citando de novo Hipócrates, ” A cura está ligada ao tempo e também às circunstâncias “.

O tempo que o mundo levou a perceber a ameaça global que já cá estava, quando ainda não se sabia. O quase KO em que deixou os cidadãos. A reacção da ciência quase no escuro a experimentar soluções. As medidas dos poderes por todo o mundo , erradas, certas, tímidas, arrojadas, precipitadas, atrasadas, drásticas para nos protegermos pelo isolamento. E de novo a insídia e a conspiração para fazer sair as serpentes dos ovos. Tudo tão fácil para quem só tem que bolsar.

E as circunstâncias – Nas nossas mãos, nas nossa faces, nos nossos passos a noção de que limitar comportamentos não é perder a liberdade…. que acatar normas não é aceitar decisões ditatoriais e anti-democráticas. A liberdade continua a passar por aqui… se colaborarmos com tantos que nos querem ver de novo saudáveis e felizes. Da felicidade ao sofrimento foi um passo, mas agora do sofrimento à felicidade, espera-nos uma pequena eternidade. Temos que os merecer, pela nossa conduta. Temos que olhar para os seus corpos e espíritos cansados e sermos gratos por estas vidas ao serviço da humanidade.

Só escrevo o que sinto, e com palavras simples porque não sei fazer literatura, mas aqui está o meu apelo para que todos contribuamos, direi que com alguns sacrifícios, para que o exército que nos quer salvar, tenha condições de o fazer. Porque temos que os merecer. O resto…são mesas redondas”.

Concorda com a reflexão de Júlio Isidro?

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