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Judite Sousa: “As medidas de apoio às famílias e pequenas empresas não estão a ser suficientes”

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Judite Sousa está afastada da televisão mas, em entrevista, não escondeu a vontade de estar em reportagem no país na zona de maior risco, Itália. A jornalista, que se encontra de quarentena voluntária, deu ainda a sua opinião sobre as medidas que estão a ser tomadas. 

A jornalista revelou, à revista VIP, que se estivesse hoje no ativo não tinha medo de fazer reportagens numa zona de risco, inclusive até gostava de fazer reportagem em Itália. Quanto à forma como os pivôs têm terminado os noticiários, deixando uma mensagem mais intimista aos telespectadores sobre a prevenção do coronavírus, confessa que se identifica com “um estilo mais personalizado na apresentação das notícias”.

“Em eventos especiais, esse lado mais intimista justifica-se e individualiza a comunicação da informação. É uma marca distintiva. Cria mais proximidade com o espectador”, disse.

Neste momento, encontra-se em casa de quarentena com o seu cão e realça que “esta guerra obriga-nos a repensar a nossa existência”, sobretudo, porque as pessoas “não fazem a mínima ideia do que se está a passar no país real”. Acredita que “vem aí um período negro”.

É da opinião que neste período devia-se suspender as taxas de IVA nos bens escassos como a eletricidade, gás e água, pois considera que “estas medidas são importantes para evitar falências e o disparar do desemprego devido à falta de liquidez”. Vai mais longe e confessa que está preocupada com a crise que se segue após a pandemia, pois pensa que “as medidas de apoio às famílias e pequenas empresas não estão a ser suficientes”.

Questionada pela revista sobre a sua opinião da Cofina ter abortado a compra da TVI apenas afirmou: “Sair da TVI naquele contexto foi um exercício de liberdade”.

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