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José Raposo rendido ao talento de Sara Barradas

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José Raposo, publicou este sábado, 14 de setembro, na sua conta de Instagram, uma fotografia da sua companheira, Sara Barradas, acompanhada de um grande texto onde elogia e agradece não só à sua amada, mas igualmente a todo elenco da peça de teatro ‘ Pare, escute e… ria!’.

“Pois… não me surpreendeu a adaptação natural que a Sara teve ao registo da revista! Na estreia ouvi uma série de gente dizer uma frase que foi o maior elogio que lhe podia ter sido feito: -“parece que faz isto há anos!”! Eu acho que a isto se chama talento! Parabéns meu amor!”, começou por dizer José Raposo na legenda da publicação.

“E agora quero dizer-vos que ‘Pare, escute e…. ria!’ é uma belíssima revista à portuguesa! Divertimo-nos muito a vê-la,”, continuou por agradecer a todos os intervenientes na peça em causa, desde os textos aos músicos, bailarinos, atores e guarda-roupa.

E terminou por fazer um pedido, dizendo: “Faço um pedido ao pessoal do teatro: tentem saber da dignidade e qualidade que este género de teatro ligeiro genuinamente português teve nos últimos 150 anos, e que por mero preconceito teve morte anunciada há uns 30/40 anos… e já agora, um Teatro Nacional de Revista, fazia todo o sentido para mim! Em Espanha têm o Teatro Nacional da Zarzuela…”, atirou finalizando o texto publicado.

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Pois… não me surpreendeu a adaptação natural que a Sara teve ao registo da revista! Na estreia ouvi uma série de gente dizer uma frase que foi o maior elogio que lhe podia ter sido feito: -“parece que faz isto há anos!”! Eu acho que a isto se chama talento! Parabéns meu amor! E agora quero dizer-vos que “PARE, ESCUTE E… RIA!” é uma belíssima revista à portuguesa! Divertimo-nos muito a vê-la, os autores Flávio Gil, Miguel Dias e Renato Pino estão de parabéns pelos textos de crítica política e social acertiva, inteligente, irónica e actual, como se espera de uma boa revista; parabéns também aos compositores musicais Eugénio Pepe (falecido antes da estreia, e merecidamente homenageado!), Miguel Dias e Carlos Pires; também à coreógrafa Cleonise Malulo e seus bailarinos; também à cenógrafa Anabela Venda; também à figurinista Belisa de Sá; também à mestra de guarda-roupa Rosário Balbi; e também aos actores Paula Sá, Flávio Gil, Sara Barradas, Miguel Dias, Fátima Severino, Pedro Silva e Elsa Casanova, foram fantásticos! Um louvor especial faço ao Flávio Gil, que através do seu talento multifacetado está a seguir as pisadas de gente grande que elevou a revista a um determinado patamar na história do teatro português: encenou, escreveu e interpretou muitíssimo bem esta revista! E por fim, parabéns ao empresário Hélder Freire Costa, que nos seus 55 anos de teatro e Parque Mayer, nos deixa mais uma revista, espectáculo que só se faz neste Teatro Maria Vitória de há uns anos p’ra cá… Faço um pedido ao pessoal do teatro: tentem saber da dignidade e qualidade que este género de teatro ligeiro genuinamente português teve nos últimos 150 anos, e que por mero preconceito teve morte anunciada há uns 30/40 anos… e já agora, um Teatro Nacional de Revista, fazia todo o sentido para mim! Em Espanha têm o Teatro Nacional da Zarzuela… #pareescuteeria #revista #teatromariavitória #sarabarradas

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