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João Manzarra deixa mensagem emocionante a Bruno Nogueira

Durante a quarentena, os diretos de Bruno Nogueira no Instagram foram acompanhados diariamente por milhares de pessoas. Quase uma semana após o final da primeira temporada de ‘Como é Que o Bicho Mexe’, João Manzarra, falou sobre o assunto com um emocionante texto.

“O Instagram imortaliza existências de uma aparência feliz onde o fracasso é um elemento ausente. Esta negação do real ficou exposta com o abalo da chegada da pandemia. É neste lugar de carência do efémero e de autenticidade que o Bruno liga ao Markl. O vazio, acentuado pelo estado em que vivemos, começa a ser preenchido por inquietação, risos, choro, desabafos, zangas, amizade, expressões artísticas e um importante apontar de dedo ao ‘chico espertismo'”, começou por escrever.

Um contraste de emoções que revela a imperfeição própria da vida. Era para este espaço de sinceridade que o Bruno nos foi convidando, a assistir e a participar, com a promessa de que tudo o que acontecia ficava ali. Olhos nos olhos, sem medo da palavra ‘c***’ ou da conjugação do verbo amar. A proximidade estimulou a empatia e permitiu a satisfação de constatar que de perto ninguém é normal”, refere.

Foi necessário quase um trabalho diário, de estratégia e resiliência para conseguir estar à altura, surpreendê-lo e, em casos extremos, ligar ao advogado. Uma partida de xadrez sem xeque-mate em que praticamente toda a comunicação acontecia na espontaneidade do direto. Mas o desafio de superação empurrava-me sempre para estados de felicidade. O ‘Bicho’ acabou por ser o melhor abraço que nesta altura, nós todos, poderíamos dar. Adoro-vos e ao Bruno também, mas isso ele já está careca de saber”, acrescenta ainda.

Leia o texto na integra:

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O Instagram imortaliza existências de uma aparência feliz onde o fracasso é um elemento ausente. Esta negação do real ficou exposta com o abalo da chegada da pandemia. É neste lugar de carência do efémero e de autenticidade que o Bruno liga ao Markl. O vazio, acentuado pelo estado em que vivemos, começa a ser preenchido por inquietação, risos, choro, desabafos, zangas, amizade, expressões artísticas e um importante apontar de dedo ao “chico espertismo”. Um contraste de emoções que revela a imperfeição própria da vida. Era para este espaço de sinceridade que o Bruno nos foi convidando, a assistir e a participar, com a promessa de que tudo o que acontecia ficava ali. Olhos nos olhos, sem medo da palavra «cona» ou da conjugação do verbo amar. A proximidade estimulou a empatia e permitiu a satisfação de constatar que de perto ninguém é normal. Milhares de pessoas, cada uma à sua maneira, sentiram e aceitaram assim esta relação como uma nova espécie de amizade. Este campo de afecto do tipo cada um no seu quadrado, celebrizado por Sharon Acioly, também me tocou. O “Como é que o Bicho Mexe” fez-me reencontrar a amizade com o Ljubomir, ver o meu brozaço Salvador a brilhar, voltar a deitar-me com a Jessica (risos), apaixonar-me pela “Aninhas “ da Inês, conhecer a gentileza do Lopes, a coragem da Bumba, o carácter bestial do Markl, a safadeza da Beatriz, a extravagância do Albano, levar as mãos à cabeça com o Quadros, esperar pela escolha do Pipão para me embalar no sono (aplauso extra pelas horas de preparação e execução emocionante) e, por fim, a alegria da improvisação com o extraordinário Bruno. Foi necessário quase um trabalho diário, de estratégia e resiliência para conseguir estar à altura, surpreendê-lo e, em casos extremos, ligar ao advogado. Uma partida de xadrez sem xeque-mate em que praticamente toda a comunicação acontecia na espontaneidade do directo. Mas o desafio de superação empurrava-me sempre para estados de felicidade. O “Bicho” acabou por ser o melhor abraço que nesta altura, nós todos, poderíamos dar. Adoro-vos e ao Bruno também, mas isso ele já está careca de saber.

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