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Inês Herédia revoltada com o Governo: “É absolutamente vergonhoso…”

Ines Heredia

Inês Herédia está revoltada com o Governo devido às últimas regras impostas.

Inês Herédia criticou as regras anunciadas pelo Executivo relativamente às salas de espetáculos. “Caros decisores políticos deste país, apanharam-me num dia não, por isso aqui vai. O que se está a passar relativamente à cultura neste país é absolutamente vergonhoso, repugnante e ainda por cima descarado”, começou por dizer.

“De acordo com o conselho de ministros, a lei muda e passamos a poder vender espetáculos com lotação a 75%, obrigada pela caridadezinha, mas a verdade, que se esquecem de pôr nas gordas, é a seguinte: a ESMAGADORA maioria das casas deste país, não pode vender salas a 75% porque os Exmos Srs se esqueceram (ou fazem depois, porque é indiferente) de atualizar a NORMA da DGS que pressupõe uma cadeira de distanciamento”, disse ainda.

Inês Herédia deu a sua opinião: “Não é preciso ser perito em matemáticas para perceber que se continuamos assim, não se avança na % de lotação em quase nenhuma sala“.

“Os transportes públicos podem ir com lotação máxima, sem serem higienizados, sem cadeiras de intervalo, sem distinção entre pessoas em pé e pessoas sentadas; nos restaurantes, as pessoas podem jantar umas com as outras sem máscara mesmo NÃO SENDO co-habitantes; sem entradas e saídas organizadas. Porra”, continuou.

A revolta é notória nas palavras da atriz: “Porque não podemos ir todos de mãos dadas?!?? Porque não nos deixam vender casas cheias, as pessoas estão de máscara caramba! Porque não pedem certificados de vacinação e/ou testes ao nosso público para que possamos encher as salas?! Porque não nos deixam vender espetáculos em que o público está de pé?”.

“Porque não nos deixam vender salas cheias se somos o único setor com entradas e saídas organizadas, por fila, ordeiramente, em espaços em que as pessoas nunca tiram as máscaras, e nem sequer estão a falar umas com as outras. Estão viradas para a frente a assistir a um espetáculo caramba. Até nos aeroportos vale tudo“, disse ainda.

No final, Inês Herédia deixou um pedido: “Deixem-nos por favor, fazer o nosso trabalho, ao mesmo tempo, com os mesmos direitos e com os mesmos deveres que os restantes setores. É tudo demasiado triste, injusto e insustentável”.

Veja aqui a publicação de Inês Herédia:

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