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Inês Herédia chora a ver entrevista sua: “Foi a primeira vez”

Rita Ferro Rodrigues Ines Heredia

Inês Herédia foi entrevistada no ‘Elefante de Papel’ de Rita Ferro Rodrigues. A atriz confessou que “chorou” quando viu o resultado final.

“Olhem. Estou aqui a ler tudo o que me estão a escrever e a tentar responder a toda a gente, mas não estou ainda capaz. Queria só deixar aqui escrito que a Rita Ferro Rodrigues é das melhores entrevistadoras que já tivemos neste país”, começou por referir a atriz nas redes sociais.

“Não pela preparação minuciosa que faz; não pela pergunta certa que chuta a seguir; mas sim pelo ego que deixa de fora. É muito, muito, muito raro encontrar isto. E eu surpreendo-me sempre em todas as entrevistas que faz mas com esta foi diferente. Foi a primeira vez que chorei a ver uma entrevista minha”, destacou de seguida. “Obrigada Rita por me teres feito um raio-x, à mulher e à actriz”, concluiu.

Uma emotiva conversa onde Inês Herédia fala da família, dos filhos, a sexualidade, a representação, os comentários negativos feitos nas redes sociais, entre outros temas.

Veja aqui:

Rita Ferro Rodrigues escreveu um longo e emotivo texto sobre esta entrevista.

Elefante de Papel Entrevista Inês Herédia

A nossa história de amizade é em si, um conto de amor. Conheci a Inês numa noite de festa e o seu coração de passarinho estava, na altura, muito frágil e quebrado. Toda ela era tristeza, verdade, angústia, intensidade… e também muita graça. Mesmo muita. Capacidade de rir às gargalhadas de si própria e assim me desconcertou e sucede que desconjuntadas nos tornámos amigas – amigas que se questionam e por vezes colidem, partindo cacos e voltando a colar, saindo sempre mais fortes – amigas de verdade, daquelas que não vivem sem o abraço e a palavra uma da outra. Amigas que estão presentes e se apoiam (sobretudo nas tempestades).

A Inês – como eu – só sabe viver na rotação máxima. Amando até cair para o lado, sonhando com todas as forças, entregando o corpo e a alma à arte que a escolheu, angustiando, rindo, sofrendo, vivendo tudo com tempero exagerado. A vida sempre em lupa. Uma alegria e um sofrimento – nunca um aborrecimento.

Tem um nome pomposo e provém “de berço de ouro” – como se dizia antigamente – e por isso tem perfeita noção do seu privilégio, apesar de mulher, lésbica, mãe, católica – e claro que falámos sobre todas essas dimensões e outras, porque esta entrevista (praticamente) não levou cortes, não era possível, a Inês é torrente e verdade, queremos ouvir, sentir e perceber, sem interrupções.

Tenho-a visto crescer, amadurecer, apurar … e esta entrevista também a revela em todo esse esplendor dos efeitos da passagem do tempo.

Considero-a um talento raro e um exemplo de empenho e trabalho. Quero fique escrito, para memória futura de um percurso que ainda agora começou.

Embarquemos nesta viagem pelo seu coração.”

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