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Figuras públicas ‘usadas’ em publicidades para vender produtos milagrosos

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Reprodução Instagram

São muitos os famosos que estão a ver a sua imagem usada de forma abusiva e enganosa em publicidades de vendas de produtos milagrosos, que prometem um corpo perfeito ou a compra de bitcoins com enriquecimento em pouco tempo. 

Várias figuras públicas já vieram negar fazer parte da publicidade. Foi o caso já de Catarina Furtado, José Carlos Malato, Carlos Areia, Manuel Luís Goucha e Cristina Ferreira. São feitas as respectivas publicidades, com entrevistas inventadas ou declarações que já tivessem sido feitas em outros temas e a publicação de fotografias.

A última pessoa famosa a denunciar uma situação destas foi Cláudia Vieira. Nas redes sociais, mostrou-se indignada por estar associada a um produto de emagrecimento. Segundo o jurista Rui Pereira ao Correio da Manhã, assim que isto acontece, são obrigados a fazer uma participação junto das autoridades, por uma “violação do direito à imagem”.

Como consequência, as vítimas podem pedir inclusivamente uma indemnização por danos morais ou pessoais. Podem ainda ser aplicadas sanções caso se confirme o crime e autor. Porém, muitas vezes a queixa só não chega. Catarina Furtado, por exemplo, já viu a sua imagem várias vezes usada sem o seu consentimento.

No caso de Carlos Areia, o ator viu o seu nome nas notícias onde era dado conta que tinha ganho 2,3 milhões de euros após adquirir bitcoins. Até ao momento, continua à espera de resposta do Ministério Público.

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