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Depois do filho, Ágata também esteve em tribunal… mas foi absolvida

Os últimos tempos não têm sido fáceis para Ágata e para o seu filho, Marco Caneira. Depois de este ter sido condenado a uma pena de seis anos e meio de prisão efetiva pelo crime de violação agravada, a cantora viu-se a braços com um novo processo judicial. Desta vez o caso remonta para 2015, altura em que o filho e agente de Ágata terá sido contactado pela produtora de eventos Suzette Raposo para agendar a realização de três concertos: em Massachusetts, Canadá e Rhode Island. Em cada espetáculo Ágata ganharia 3500 dólares e, embora não haja um contrato escrito válido, o pagamento deveria ser efetuado antes de cada atuação. Ora, enquanto o primeiro concerto terá sido pago na totalidade, o segundo pagamento terá sido feito de forma parcial o que levou a artista a recusar-se a atuar naquele que seria o terceiro concerto.

Perante a situação terá surgido a possibilidade de se emitirem uns cheques com a quantia em falta o que também não aconteceu uma vez que os mesmos não poderiam ser depositados no Estado de Rhode Island. Ágata e o filho terão tentado contactar a assistente de Suzette recebendo como resposta a informação de que a arguida estava a trabalhar de modo ilegal naquele país e, dado que não tinham contrato, podiam ir presos. Ao regressar a Portugal, a cantora terá recorrido ao Facebook para alertar para o sucedido e apelidado a dona da produtora de “vigarice”, algo que repetiu, em direto, no programa Alô Portugal da SIC.

Tempos depois, e após considerar pouco verosímeis as declarações da produtora de eventos, a juíza decidiu absolver a cantora Ágata do processo judicial que envolvia Suzette Raposo. O tribunal entendeu que a artista e o seu agente (o seu filho Marco Caneira) tinham direito à liberdade de expressão tendo em conta o sucedido em 2015.

À saída do tribunal Ágata não escondeu o seu contentamento e confessou à revista TV7dias: “”Estou muito satisfeita com este resultado, estava à espera deste desfecho. A verdade acima de tudo”. Contudo, esta história ainda não terá tido o seu fim uma vez que a cantora deverá mesmo avançar com um processo judicial, nos Estados Unidos, contra a produtora para receber o montante relativo aos dois últimos concertos realizados.

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