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Catarina Raminhos recorda internamento da filha: “Hei-de voltar a este dia sempre que for preciso”

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Há precisamente quatro anos, Portugal foi campeão Europeu de Futebol pela primeira vez. Esta data especial tem vindo a ser assinalada ao longo do dia de hoje com muitas partilhas e recordações deste dia único.

Catarina Raminhos também fez questão de assinalar o dia 10 de julho de 2016, contudo, para a mulher do humorista António Raminhos, o dia foi passado no hospital com a filha Maria Leonor, que estava internada na unidade hospitalar com uma bronquiolite, que mais tarde evoluiu para pneumonia.

“Fiquei com ela, dia e noite, durante aquelas duas semanas que mais pareceram dois meses. Os dias pareciam todos iguais, mas esse dia foi diferente. Depois de almoço, as enfermeiras do serviço de Pneumologia Infantil trouxeram tintas vermelhas e verdes para pintarmos a cara…”, começou por referir.

Catarina conseguiu ver os últimos vinte minutos do jogo Portugal – França e assistiu ao golo de Éder: “Assisti ao golo do Éder e celebrei com a senhora da caixa, cada uma no seu lugar, e regressei ao nosso quarto”.

“Senti que estava numa realidade paralela. Que éramos nós as duas aqui dentro e o resto do mundo lá fora. Ainda assim recordo-me desse dia como tendo sido bom, no meio de tantos dias difíceis”, desabafou.

“Os meus Éders foram cada uma daquelas enfermeiras que nos acompanharam e que a trataram tão bem. Hei-de voltar a este dia sempre que for preciso para lhes agradecer. E para agradecer o facto de, depois desse início frágil, a minha Minore se tenha tornado na mais bonita trovoada 🙏🏻♥️”, concluiu.

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As notícias lembram-me que faz hoje 4 anos que Portugal se sagrou campeão europeu. Como a maior parte das pessoas, eu também me lembro perfeitamente desse dia e desse jogo. Estava internada no Hospital de Santa Maria com a Maria Leonor, recém-nascida. Ela é que estava internada, com uma bronquiolite que evoluiu para pneumonia, mas eu fiquei com ela, dia e noite, durante aquelas duas semanas que mais pareceram dois meses. Os dias pareciam todos iguais, mas esse dia foi diferente. Depois de almoço, as enfermeiras do serviço de Pneumologia Infantil trouxeram tintas vermelhas e verdes para pintarmos a cara, óculos de sol com a bandeira comprados nos chineses e fizeram a festa onde dificilmente ela aconteceria. Quando fui jantar, sozinha, no refeitório deserto vi os últimos 20 minutos do jogo. Assisti ao golo do Eder e celebrei com a senhora da caixa, cada uma no seu lugar, e regressei ao nosso quarto. Lembro-me de olhar pela janela, ver muitas luzes e ouvir as buzinas dos carros ao longe. E senti que estava numa realidade paralela. Que éramos nós as duas aqui dentro e o resto do mundo lá fora. Ainda assim recordo-me desse dia como tendo sido bom, no meio de tantos dias difíceis. Os meus Eders foram cada uma daquelas enfermeiras que nos acompanharam e que a trataram tão bem. Hei-de voltar a este dia sempre que for preciso para lhes agradecer. E para agradecer o facto de, depois desse início frágil, a minha Minore se tenha tornado na mais bonita trovoada 🙏🏻♥️

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