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Carla Matadinho diz que foi corrida por José Raposo! Ator já se defendeu

Carla Matadinho, José Raposo, Casa Do Artista
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Carla Matadinho acusa a Casa do Artista, da qual José Raposo é diretor, de a ter tirado do Teatro Armando Cortez, em Lisboa, “sem dó nem piedade”.

Carla Matadinho fundou a produtora Yellow Star, com o marido Paulo Sousa Costa, e iniciou uma parceria com o teatro Armando Cortez, em Lisboa. Foram seis anos de ligação e os objetivos, garante, foram cumpridos. No entanto, e de forma repentina, o teatro que é gerido pela Casa do Artista decidiu romper o vínculo.

A Yellow Star Company foi expulsa do teatro Armando Cortez sem dó nem piedade! Puseram-nos fora“, acusou, em março, em declarações à revista TV Guia. “Disseram-nos que iam mudar a dinamização do teatro, criando um teatro disponível para várias companhias (…) mas nós tivemos milhares de espectadores“, explicou.

Na opinião de Carla Matadinho, há interesses escondidos na direção liderada por Raposo. “Basta ver a lista de quem está na direção para perceber“, atirou.

José Raposo “responde” a Carla Matadinho

Dois meses depois, em entrevista à mesma publicação, José Raposo apresentou o seu ponto de vista sobre a situação. “A Yellow Star esteve lá cinco anos. O contrato expirava em 2021 e a direção anterior decidiu que, quando terminasse, não seria renovado. Quando entrámos, só executámos o que estava decidido“, esclareceu.

O Teatro Armando Cortez tem de estar aberto a qualquer companhia. Faz todo o sentido ser de todos. Decidimos fazer uma programação abrangente, seja de que género for e de que sítio do país for, dentro de uma programação que será gerida por nós. Teremos teatro, dança, circo, marionetes, o que for“, acrescentou.

José Raposo garantiu ainda que a Yellow Star, de Carla Matadinho e Paulo Sousa Costa, não foi expulsa. “Acabei de dizer que acabou o contrato e decidimos que o teatro, em vez de estar cedido a uma produtora, tem de estar disponível para qualquer grupo que queira servir a Casa do Artista“, reforçou.

Quanto à acusação dos “interesses“, José Raposo garantiu que “não há interesses nenhuns“. “Nós, da direção, comprometemo-nos a não produzirmos espetáculos na Casa do Artista através das nossas produtoras. Os nossos interesses são defender os residentes da Casa. Esse contrato que existia tinha um arrendamento e nós queremos que o teatro sirva qualquer artista, qualquer grupo de teatro. Que traga o máximo de retorno financeiro“, concluiu.

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