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Bruno Nogueira revela a grande mágoa de Roberto Leal

Reprodução Instagram

Depois de divulgada, este domingo, a notícia da morte de Roberto Leal na sequência de um cancro de pele, muitos famosos publicaram homenagens ao cantor de 67 anos. 

Foi o caso de Bruno Nogueira que deixou uma mensagem ao cantor nas redes sociais, recordando-o com amizade e carinho. “Ficamos todos a perder, quando perdemos o Roberto Leal. O Roberto era um homem bom, um homem puro, um amigo que fiz sem esperar, e que perdi antes de ser a hora justa para isso”, começou por dizer.

“Um dia disse-me: “não imaginas a felicidade que é poder brincar com a imagem que as pessoas têm de mim”. Rimos muito, conversámos muito, comovi-me inúmeras vezes com as suas declarações de afecto e generosidade”, continuou o comediante.

“Hoje fez-se fim, e a tristeza ganhou mais terreno do que esperava. Há pessoas que entram e fazem ninho, e nestes dias fazem-se mais vivas que nunca. A mágoa do Roberto sempre foi sentir-se emigrante no Brasil e em Portugal. Hoje isso fica resolvido de uma vez por todas: o coração do Roberto Leal não cabe em dois países. E é uma pena ele não estar cá para ver isso”, rematou Bruno, lembrando a grande mágoa do cantor.

“P.s. O Daniel Oliveira relembrou-me agora uma bonita frase de despedida. A certa altura, no “Som de Cristal”, pergunto ao Roberto: “onde preferias morrer, no Brasil ou em Portugal?” Ele respondeu: “em paz.”, concluiu.

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Ficamos todos a perder, quando perdemos o Roberto Leal. O Roberto era um homem bom, um homem puro, um amigo que fiz sem esperar, e que perdi antes de ser a hora justa para isso. Um dia disse-me: “não imaginas a felicidade que é poder brincar com a imagem que as pessoas têm de mim”. Rimos muito, conversámos muito, comovi-me inúmeras vezes com as suas declarações de afecto e generosidade. Hoje fez-se fim, e a tristeza ganhou mais terreno do que esperava. Há pessoas que entram e fazem ninho, e nestes dias fazem-se mais vivas que nunca. A mágoa do Roberto sempre foi sentir-se emigrante no Brasil e em Portugal. Hoje isso fica resolvido de uma vez por todas: o coração do Roberto Leal não cabe em dois países. E é uma pena ele não estar cá para ver isso. P.s. O Daniel Oliveira relembrou-me agora uma bonita frase de despedida. A certa altura, no “Som de Cristal”, pergunto ao Roberto: “onde preferias morrer, no Brasil ou em Portugal?” Ele respondeu: “em paz.”

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