Famosos

Bruno Carvalho recorda detenção: “Ainda hoje acordo com pesadelos”

Fez esta segunda-feira, dia 11 de novembro, um ano em que Bruno de Carvalho foi detido. O ex-presidente leonino recordou o dia de maior “vexame” e “humilhação” que ainda hoje o faz ter pesadelos. 

“Hoje faz um ano que fui detido em minha casa. Tive de suportar o vexame de, depois de me ter ido apresentar voluntariamente às autoridades e me ter sido negada uma audiência, ser detido no local que eu considerada o mais seguro e sagrado na minha vida: a minha casa!”, começou por recordar o ex-presidente leonino.

“O vexame de ser detido, de o ser com todos os meus vizinhos a serem testemunhas e com os meus pais, no prédio ao lado, a serem logo confrontados com o sucedido. Mas não bastava o vexame, tinham ainda de cometer a maior humilhação que um homem honrado pode sofrer: o ser detido na frente da filha”, continua, recordando que a menina estava a acabar de ir ao supermercado comprar a árvore de Natal.

“Como de um modelo e ídolo para as nossas filhas passamos, num segundo, para simples criminosos… Ainda hoje acordo, com pesadelos verdadeiros, a ver a cara dela a sorrir quando entrava em casa e de repente o seu sorriso passa a uma cara de pânico e desgosto quando viu o seu pai a ser detido e as suas coisas, no seu quarto, a serem violadas por aqueles que por detrás de um mandato não tiveram o mínimo de bom senso nem de respeito”, acrescenta.

Salienta ainda que este “acto de terrorismo sem precedentes” foi o culminar de uma campanha de “difamação” e “calúnia”. Bruno de Carvalho remata que este “foi o momento mais negro” da sua vida “que nunca nada nem ninguém vai, infelizmente, apagar”.

View this post on Instagram

Hoje faz um ano que fui detido em minha casa. Tive de suportar o vexame de, depois de me ter ido apresentar voluntariamente às autoridades e me ter sido negada uma audiência, ser detido no local que eu considerada o mais seguro e sagrado na minha vida: a minha casa! O vexame de ser detido, de o ser com todos os meus vizinhos a serem testemunhas e com os meus pais, no prédio ao lado, a serem logo confrontados com o sucedido. Mas não bastava o vexame, tinham ainda de cometer a maior humilhação que um homem honrado pode sofrer: o ser detido na frente da filha… e ela que cheia de amor e carinho tinha ido buscar ao supermercado uma árvore de Natal… Como de um modelo e ídolo para as nossas filhas passamos, num segundo, para simples criminosos… Ainda hoje acordo, com pesadelos verdadeiros, a ver a cara dela a sorrir quando entrava em casa e de repente o seu sorriso passa a uma cara de pânico e desgosto quando viu o seu pai a ser detido e as suas coisas, no seu quarto, a serem violadas por aqueles que por detrás de um mandato não tiveram o mínimo de bom senso nem de respeito. Isso sim foi um acto de terrorismo sem precedentes em Portugal! Isso sim foi o culminar de uma campanha de difamação e calúnia sem precedentes em Portugal! Isso sim foi o momento mais negro da minha vida que nunca nada nem ninguém vai, infelizmente, apagar.

A post shared by Bruno de Carvalho (@bruno_de_carvalho72) on

Receba todas as informações no seu smartphone.
Descarregue a App gratuita.Apple Store Download Google Play Download

ATV News