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Arrasado por pedir cachet em televisão, Toy responde às críticas

Cantor Toy
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Toy tem dado que falar nos últimos dias, depois de ter feito um desabafo numa entrevista a uma publicação semanal.

O cantor — tal como outros artistas — viu os seus concertos cancelados e sem receitas, pediu que as televisões lhe pagassem alguma coisa nas suas presenças.

Sempre estive disponível, fui sempre uma pessoa normal. O facto de não ter tiques de vedeta foi vantajoso, porque as pessoas estão à vontade comigo e eu também estou à vontade para lhes dizer que, se fazia coisas gratuitamente, agora não tenho trabalho. Por isso, por amor de Deus, paguem-me alguma coisa, pelo menos as despesas“, afirmou Toy.

Estas declarações levou a que muitas pessoas o criticassem. Em entrevista à revista TV 7 Dias, Toy esclareceu a polémica.

Esta não é a fase mais difícil da minha carreira. Esta é uma fase complicada. Dá imenso trabalho construir uma carreira sólida, que foi o que consegui. Está construída. Este ano não pude trabalhar“, começou por esclarecer.

Fiz mais te­levisão, e vou recalcar uma coisa que já disse, que a maioria das televisões não pagava cachet, e agora temos ti­do. Houve uma consciência por parte das televisões e houve uma série de reivindicações que fiz“, acrescenta.

Convidam-me, eu promovo o meu trabalho, é muito bom, mas este ano não tenho trabalho e disse: ‘Vão ter que me ajudar financeiramente.’ Isto não é nenhum pedido de esmola, mas dá-me a oportunidade de levar os meus músicos à televisão e poder-lhes pagar um cachet. Não é o mesmo que um concerto, mas, pelo menos, posso ajudar as pessoas que precisam, porque os músicos estão a ser muito maltratados.

No entanto este gesto não foi bem visto por todos: “Houve muita gente que criticou o facto de ter dito que as televi­sões deviam pagar, e não percebi porquê.

Natal de Toy

Já sobre este Natal, Toy espera conseguir celebrar com a família, apesar de todas as restrições impostas pelo Governo devido à pandemia. “Não estar com a minha família no Natal e ver os ae­roportos cheios de gente acho que é incongruente, tem que haver um equi­líbrio. Para curar uma pandemia não preciso de morrer de apatia e de de­pressão e, portanto, tem que haver um equilíbrio“, atirou o cantor, que para esta época só faz sentido passar ao lado de quem ama.

“O Natal, para mim, é uma festa de família e habitu­ei-me desde pequenino a isso, com o meu pai, a minha mãe, o meu tio Chico, a minha tia Graça, os meus primos… O nosso Natal sempre foi muito boni­to. Trocávamos prendas, comíamos, o meu tio contava umas anedotas, o meu pai tocava violino. Os meus natais sempre foram com música e diversão e boa disposição. Habituei-me a isso e tentei manter isso ao longo da minha vida. O que interessa é estarmos feli­zes para passar essa energia positiva a quem amamos”, refere.

Toy é o diretor musical na nova novela da SIC “Amor Amor”

Apesar dos concertos terem sido cancelados, Toy continua soma mais projetos na televisão. Para além de ser comentador do ‘Big Brother – A Revolução’, o cantor foi convidado para assumir o cargo de diretor musical na nova novela da SIC, Amor Amor.

É um trabalho muito gra­tificante e um desafio intenso, porque são muitas letras, músicas, arranjos, muitas horas de estúdio, e gente a cantar que nunca cantou na vida. Mas é um prazer imenso numa fase da vida em que tudo parecia desmoronar“. contou, revelando ainda como tem sido trabalhar com o elenco da trama.

Dou algumas dicas a quem nunca esteve em cima de um palco. Há pessoas com mais musicali­dade do que outras, o que para nós é mais fácil, mas tudo é ultrapassável.

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