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António Raminhos reúne ajuda para os profissionais de saúde: “Obrigado a todos”

António Raminhos
Instagram

António Raminhos denunciou, esta quinta-feira, a pouca “comida” que é dada aos profissionais de saúde durante o desempenho das respetivas funções. Por isso, meteu as mãos na “massa” e já conseguiu obter uma ajuda significativa.

Foi através da rede social Instagram que António Raminhos deu a novidade aos fãs. Ao mesmo tempo, agradeceu a disponibilidade de todos nesta “luta” e referiu que irá definir uma estratégia “concertada” para que não haja desperdício.

Recebi muitas mensagens de marcas e pessoas dispostas a ajudar. Incrível. Contactei algumas entidades e a Ordem dos Enfermeiros. O que vamos fazer, através do canal de comunicação da ordem, é pedir aos profissionais de saúde que enviem quais os bens que mais necessitam no seu local de trabalho, para que a ajuda seja concertada e sem grande desperdício“, contou.

Espero, em breve, poder dizer onde podem fazer as doações. Sei que os bombeiros e outros profissionais estão à rasca, também, e espero que esta ajuda dinamize outras ou possa também contribuir para mais pessoas. Obrigado a todos“, acrescentou ainda na mesma publicação.

A denúncia de António Raminhos

O comediante foi alertado por uma amiga enfermeira sobre as más condições dadas aos profissionais de saúde. Por isso, tentou dar uma ajuda.

Na rede social Instagram, António Raminhos partilhou a fotografia de uma refeição dada aos que se encontram no combate à pandemia: uma sande de fiambre, um sumo multifrutas de 200 ml e uma maçã (que por sinal até estava podre).

É isto. É isto que os profissionais de saúde têm para comer durante um turno de quase 11 horas. Não anda a circular na ‘net’, foi uma amiga enfermeira que me enviou… Ah, e falta uma maçã que já tinha deitado fora porque estava podre! Quem anda a salvar vidas… É isto. E não só“, lê-se na legenda da publicação que colocou online na quinta-feira.

Nos serviços não há roupa para as camas, não há almofadas, não há pijamas, não há roupa interior para os doentes. Isto é uma guerra e nós podemos ser o exército. Como? Identifiquem aqui todas as grandes marcas, hipermercados, hotéis e lojas de vestuário (que podem fornecer a roupa)“, continuou.

Se conhecem alguém diretamente, passem a mensagem. Não é altura de apontar o dedo. Se querem ser heróis do teclado, sejam a ajudar. E sim, eu sei que há bombeiros a passar pelo mesmo, há camionistas, desempregados… Se preferirem fazer isto por esses, força! É altura de fazer alguma coisa dentro da medida de cada um“, acrescentou ainda António Raminhos.

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