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Sport TV completa uma década com conteúdos diversificados

Há dez anos, eram poucos; hoje, não são muito mais, mas continuam a crescer em subscritores e em canais. O futebol é rei, embora só preencha 40% da programação que, entre fim de Outubro e meados de Novembro, exibirá novidades.

Uma caixa de surpresas é o que se pode chamar ao edifício em quadrado, situado no Parque das Nações, em Lisboa, para onde se transferiu, em Outubro de 2003, a sede da Sport TV, que tem, hoje, cinco canais: dois deles mais dedicados ao futebol (SporTV 1 e 2), um em alta definição, outro mais vocacionado para desportos alternativos e o mais recente, SportTV África.

É neste cubo de betão que são inventadas grelhas, criados alinhamentos das programações e discutidos “spots” de promoção dos conteúdos, entre muitas outras actividades.

Com a Sport TV África (nascido em Agosto) a dar os primeiros passos, não se prevê que um outro coelho saia da cartola da Direcção em breve, mas haverá novidades na programação entre os finais de Outubro e a primeira quinzena de Novembro.

Questionado sobre o segredo de um crescimento tão acelerado, Pedro Mota Carmo, administrador e director de Markerting, refere “a alta qualidade dos produtos e os exclusivos”. É na aposta nos eventos desportivos de massas que nenhuma estação nacional pode transmitir que reside o toque de Midas da Sport TV. Desde 2003 na empresa, Mota Carmo assinala como grandes momentos a transmissão do Mundial de futebol de 2006, na Alemanha, e do Euro, na Áustria e Suíça, no Verão passado.

Fora do desporto-rei, as surpresas mais agradáveis – em subscrições do canal – foram as transmissões dos grandes prémios do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 e, sobretudo, das fases de qualificação da selecção nacional de râguebi para o Campeonato do Mundo, em França, em que os “Lobos” emocionaram o país com o seu patriotismo e “fair-play”.

Diz este responsávransmitir que reside o toque de Midas da Sport TV. Desde 2003 na empresa, Mota Carmo assinala como grandes momentos a transmissão do Mundial de futebol de 2006, na Alemanha, e do Euro, na Áustria e Suíça, no Verão passado.

Fora do desporto-rei, as surpresas mais agradáveis – em subscrições do canal – foram as transmissões dos grandes prémios do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 e, sobretudo, das fases de qualificação da selecção nacional de râguebi para o Campeonato do Mundo, em França, em que os “Lobos” emocionaram o país com o seu patriotismo e “fair-play”.

Diz este responsável que quase um terço da população portuguesa assistiu pela Sport TV aos jogos da selecção nacional. Ao todo, a Sport TV estimou que quase três milhões de espectadores apoiaram, no ano passado, uma modalidade que durante anos foi esquecida pelos ecrãs.

O canal é feito com a dedicação dos cerca de 200 funcionários. Segundo disse Bessa Tavares, administrador do canal, são actualmente 102 contratados e outros tantos colaboradores. Há cinco anos, eram 70. A equipa mantém–se do início, com algumas contratações. Veste-se a camisola e o ritmo é alucinante. Muitas vezes, é preciso fazer tarefas em simultâneo. Fazer televisão é assim. Num piso intermédio, um comentador, sozinho na sala, de auscultadores postos e em frente de dois ecrãs, visiona o jogo Peru–Argentina, da Copa da América. No marcador lê-se 0-0.

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