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José Manuel Portugal justifica escolha de Manuela Moura Guedes para «Barca do Inferno»

Manuela José Manuel Portugal Justifica Escolha De Manuela Moura Guedes Para «Barca Do Inferno»

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Manuela Moura Guedes foi a escolha da direção de programas da estação pública para conduzir o regresso do Quem Quer Ser Milionário depois de vários anos afastada da televisão. Agora na renovada grelha da RTP Informação, a antiga jornalista é vista como um trunfo para o canal. Uma ideia rejeitada pelo diretor de informação do canal estatal, José Manuel Portugal.

Em entrevista ao jornal i, o responsável pelo jornalismo da estação justifica a escolha dos quatro nomes que compõe o painel do programa ontem estreado.«Não existe um regresso da Manuela Moura Guedes a um canal de informação. Será convidada de um programa que se chamará Barca do Inferno, moderado pelo Nilton e que conta também com a participação da Marta Gautier, Isabel Moreira e Raquel Varela», justifica o diretor de informação que afasta um regresso da apresentadora ao jornalismo. «São pessoas de grande credibilidade intelectual e com um percurso muito próprio. A Manuela Moura Guedes vai ser interveniente de um programa de debate, não me parece que se possa falar de um regresso à informação», garante.

«Não fazemos isto pelos nomes, mas sim pela consistência intelectual que as pessoas podem trazer. Gostamos de ter as melhores pessoas do nosso lado. Não escolhemos o painel por serem mulheres, porque para mim a opinião não tem género», conclui o homem que comanda os destinos da informação do canal sediado na  Avenida Marechal Gomes da Costa em Lisboa.

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1 Comentário

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  • Má escolha.
    Logo no primeiro episódio a senhora fez questão de dar largas à loucura e mostrar de que massa é feita. Muito pouca educação, e uma enormidade de lugares comuns, com a arrogância de quem certamente ignora a triste figura que está a fazer. Já agora, expliquem lá à senhora, como se ela ainda estivesse na primeira classe, que 12 + 9 = 21; é que segundo as contas da senhora 12 + 9 = 23, e as colegas tiveram a educação de não apontar o erro, ao contrário do que esta senhora fez pouco tempo depois a uma das suas colegas quando esta teve um pequeno lapso.
    Já era suficientemente triste termos de nos deparar com este espectáculo, mas mais triste é quando obrigam os contribuintes a pagar por ele…

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