TVI

Série de “luxo” da TVI é, afinal, um “CSI” à portuguesa

TVI

Muito se tem escrito sobre a grande produção que a televisão de Queluz de Baixo prepara para este ano e, depois de ter surgido a notícia de que seria Rui Vilhena a assinar esta “série de luxo”, com a partida do brasileiro para Terras de Vera Cruz, ficou-se a saber que, afinal, será Francisco Moita Flores a assinar o argumento desta trama.

A edição desta semana da revista Notícias TV adianta mais pormenores, até ao momento desconhecidos. Segundo apurou esta publicação, a série trata-se, afinal, de uma espécie de “CSI à portuguesa”, mas com foque na vida de um grupo de marginais.

“É uma série de acção contemporânea e já estamos a trabalhar nela. Tem uma preparação muito intensa e requer muito trabalho de pesquisa e muito trabalho físico. Ao nível da imagem, não requer uma grande transformação. A minha personagem é protagonista e terá muita acção, já vou ao ginásio todos os dias”, começa por revelar à NTV Maria João Bastos, acrescentando: “Apesar de tudo, esta vai ser uma série diferente. Temos mais tempo para preparar a personagem e tenho consciência do que vai ser toda a história da trama. O ritmo da série também é diferente”.

Já Paulo Pires, que terá outro dos papéis de destaque na história, garante: “Vou ser um inspector e estou muito satisfeito. É uma série semanal e diferente da maioria dos projectos que a TVI tem feito. A TVI é um canal que, volta e meia, faz uma coisa um bocadinho diferente do que é costume.”, começa por dizer, elogiando o projecto: “Fazer uma série agrada sempre aos atores. Ainda mais do que uma novela, sem desfazer, claro. É um formato mais interessante, os textos são diferentes, o ritmo permite outro apuro. Não tenho nada contra novelas, mas também gosto de mudar”, defende.

Já o autor da trama explicou à Notícias TV que ainda não acabou de escrever a trama: “Ainda estou a escrever. Vai ser uma série muito engraçada de fazer. A ideia inicial foi da TVI e fiquei muito contente com o projecto”, adianta, acrescentando: “A série vai reflectir muito a marginalidade em Lisboa e centrar-se num grupo de marginais”.

Quanto a mais atores para o elenco, a NTV revela que João Lagarto também está confirmado e segundo notícias recentes, também Vera Kolodzig e Sara Matos devem participar no projecto. Francisco Moita Flores sobre esta questão revela que ainda não está fechado: “Ainda estão a decorrer castings, o elenco ainda não está fechado”.

Sobre o final, o autor anuncia que será em aberto, até porque pode haver um prolongamento da história: “Vou deixar o final da trama em aberto”, finaliza, já a pensar numa segunda temporada.

  • Anónimo

    Já agora “Cidade Despida” era o quê? Investigação Criminal à portuguesa, querem ver? As séries criminais, melhor o tema criminal/policial, em ficção, é muito usado (e.g. nas novelas alguém acaba sempre preso), o que agrada ao público (CSI tem 3 versões, ao todo mais de 20 temporadas; NCIS tem 2, mais de 10 temporadas ao todo; só este ano (2011/2012) estrearam pelo menos mais 3 séries policiais nos USA – Unforgettable, Prime Suspect, Charlie’s Angels, não falando de outros ramos do policial como Person of Interest e Grimm). Acho bem que se aposte noutro tipo de ficção que não a novela. A RTP1 já o faz com séries mais soft como Pai à Força, Maternidade, Liberdade 21, etc, mas falta-lhe acção, porrada, sangue, mistério…

  • FMHC

    Ter o Moita Flores como autor é,á partida,uma mais valia

  • Pingback: São José Correia no elenco do "CSI à portuguesa" | A Televisão()

/* ]]> */

Este site utiliza cookies. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização. mais informações

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close