TVI

Pedro Pinto defende regresso aos ecrãs de Manuela Moura Guedes

Apesar de a própria já estar conformada de que, dificilmente, regressará à televisão, continua a haver quem queira voltar a vê-la.

É em entrevista à Notícias TV desta semana que Pedro Pinto confessa que gostava de voltar a ver Manuela Moura Guedes em televisão.

Questionado sobre se a jornalista faz falta à televisão, o pivô da TVI afirmou: “Essa pergunta só pode ter uma resposta da minha parte. É claro que sim. Não poderia nunca dizer que não. Não tive nenhum problema em trabalhar com a Manuela durante dez anos. Tivemos as nossas discussões, as nossas divergências, mas sempre com grande lealdade. Quando fui para a TVI, o Jornal Nacional nem sequer existia às oito da noite em termos de audiências, passou a existir a partir de Setembro de 2000 e portanto foi um trajeto extraordinário da própria TVI. Os tempos mudaram, as circunstâncias não são as mesmas, agora se me perguntar se gostava de ver a Manuela de regresso à televisão portuguesa, até como amigo que sou, claro que sim. Ficaria muito satisfeito, principalmente por ela”.

Ainda assim, Pedro Pinto garante que não tem saudades do tempo de trabalho com a mulher de José Eduardo Moniz. “Eu não tenho saudades do trabalho, tenho saudades das pessoas com quem fiz amizade, com quem gostei de aprender uma série de coisas. Mas essas saudades matam-se não necessariamente no trabalho, mata-se com um telefonema, com um café, com um jantar e as redacções não são propriamente para matar saudades”.

A terminar, admitiu ainda que gostou de trabalhar com Manuela Moura Guedes: “O que posso dizer é que para mim foi uma experiência muito boa e muito intensa ter contribuído, juntamente com a Manuela Moura Guedes, para começarmos um jornal que não tinha audiência até ele se tornar líder de audiência. Isso é algo que eu guardo com grande orgulho. Quanto às questões pessoais, elas não têm nada a ver com as redacções, nem com trabalho. Continuo a gostar da Manuela Moura Guedes, continuo a falar com ela, como continuo a falar com o José Eduardo Moniz e com outras pessoas da redacção que comigo trabalharam e com quem encetamos um relacionamento. E que curiosamente até se aprofundou depois das pessoas saírem desse local de trabalho. Acho que as redacções são espaços de trabalho e não para criar amizades”, finalizou.

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