Cabo TVI

Novo programa de Judite Sousa estreia segunda-feira no TVI 24

juditesousa


Depois de Carlos Dias da Silva ter escrito sobre os rumores que davam conta de que a jornalista da TVI podia estar de regresso à RTP dentro de alguns meses, surge agora a notícia de que Judite Sousa prepara um novo formato no canal de notícias da Media Capital.

Assim, na próxima segunda-feira, dia 19 de Setembro, irá para o ar a primeira emissão de Olhos nos Olhos, o novo programa do TVI 24, em que Judite Sousa terá a seu lado o comentador Medina Carreira a comentar a atualidade nacional.

Também neste dia, para além das estreias nas generalistas, chega também aos ecrãs a renovada RTP Informação.

  • Anabela Teodoro

    Parabéns pelo programa de qualidade sobre economia – Judite Sousa e Medina Carreira.
    Nos próx programas, é importante trazer convidades da economia real com sugestões concretas. É necessário reunir um número elevado de ideias, essa é a opourtunidade p/ encontrarmos soluções.
    Parabéns.
    Anabela Teodoro

  • Miguel Ângelo Correia

    Excelêntissim`s
    Agradecendo a vosso programa de informação publica e apresento parte da petição já apresentado com base na transparencia para o Cidadão independente das eleições, esperando contribuir para uma melhor evolução da Cidadania Europeia evitando o “deficit democrático” Europeu.

    ” A União Europeia precisa de uma nova estrutura, a mudança necessária é na Coleta Fiscal.” Garantir melhor serviço publico e de informação ao Cidadão Europeu
    EVITANDO O QUE SE PASSA NA MADEIRA E OUTRAS REGIÕES DA EUROPA (AINDA OMISSAS)

    Como região isolada servia de matriz de administração Europeia independente da Politica Social escolhida pelo povo da Região evitando o “deficit democrático” Local/Regional como a nível Nacional/Europeu

    Venho por este meio pedir que seja debatida a petição sobre a solicitação de uma iniciativa da Reforma Fiscal.Apresentando à Comissão das Petições da Europa (em 29/04/2011), e à Assembleia da Republica Portuguesa.

    Apresentando uma petição com as iniciativas de Cidadania Europeia que reflectem com regras simples e de fácil compreensão do cidadão, não impondo uma carga administrativa adicional, e propondo uma nova Regulação dentro da U.E., com um quadro institucional mais estável e simplificado, com administração de acordo com os recursos e interligação entre os Estados Membrosa e a União Europeia .
    “Eurobond” Português para (B.P./B.C.E.) reservas e fundos do cidadão.

    Com base no sistema bancário com muito êxito já demonstrado, e com a reestruturação de duas principais Instituições de Estado, “C.G.D.” e “(B)I.P.N.”, sendo a principal base de dados de todos os cidadãos e recursos da Região Estado e ou País, para derrama, visando o equilíbrio financeiro vertical e horizontal, acabando com esta “máquina” pesada e desajustada à realidade financeira, sendo a inquisição do Estado.(Passando as finanças a como serviços publicos vereficando despesas de Estado entregando para T.C. disponível ao Presidente da Assembleia em nome da Republica)

    Sendo equilibrado nas despesas de Estado e dos ministérios, criando colecta directa através de sistema banca do estado POS, estabilizando a entrada de receitas em tempo, assegurando sempre parte de retorno e um elevado nível de defesa dos consumidores dando uma melhor qualidade de serviços produzidos. Garantir artigo 38º 2007/C 303/01CUE IRS – Inst. do Estado “C.G.D.” (Base de dados do Estado protegendo todos os cidadãos, serviços básicos e comunicação)

    Coleta do cidadão para o Estado – 25% (10% Governo, 5% Estado) com retorno de 10% (Sendo Fundos U.E. 5% e Reservas do Estado 5% no B.C.E./B.P.) ou reforma completa após 40 Anos de trabalho.Adaptado para trabalhadores de outras Nacionalidades – Art. 15.º

    A colecta directa incide sobre o crédito na conta, reflectindo sempre no extracto o retorno actualizado mais IVA. Garantir artigo 41º 2007/C 303/01CUE(CRP Art 101.º; 102.º) – O sistema financeiro é estruturado por lei, de modo a garantir a formação, a captação e a segurança das poupanças, …

    Bem como a liberdade de estabelecimento adaptando as finanças ao sistema bancário. A colecta directa incide sobre o fecho diário do posto de venda/serviço, reflectindo sempre o extracto com o IVA. IRC – Inst. do Estado “(B)I.P.N.” Estabelecendo rede aos pontos de vendas/serviços “sistema POS Estado” Art. 82.º
    Empresas ou Instituições – 5% com retorno de 2% (Sendo Fundos U.E. 1% e Reservas do Estado 1% no B.C.E./B.P.) ou reformas/obras após 2 Anos de exercício (+Fundos R. 5%)
    Fundos e Reservas – (1% + 1%) Proprietários/Investidores, (1% + 1%) Direção/produção, 1% Seg. Social.

    Adaptando as finanças num apoio contabilístico “provedor de gestão” interligando as instituições garantindo protecção dos recursos e um desenvolvimento equilibrado das necessidades comuns. (assegurando a boa administração da colecta, reservas e fundos ao serviço do Cidadão)

    Separando das:Finanças Locais e regionais – A tributação do património deve contribuir para a igualdade entre os cidadãos. Registo de propriedade – 2,5% do valor / 12 m com retorno de 1%(Sendo Fundos U.E. 0,5% e Reservas do Estado 0,5% no B.C.E./B.P.) ou reformas/obras após 4 Anos
    Derrama direta às Instituições (do IMI / IMV)
    (0,5 %) – Taxa de Segurança para serviço preservação urbanístico e social, adaptando as unidades militares para serviços de segurança, manutenção e recursos;
    (0,5%) – Taxa Município; Logistica e viabilidade com estacionamentos mantendo a informação e comunicação do Estado e União Europeia.
    (0,5%) – Taxa Freguesia; Para a ampliação da capacidade produtiva da economia, conferindo-lhes a recolha dos recursos e reciclagem beneficiando a reutilização e promovendo venda do produto local cedendo os POS de vendas garantindo a colecta e o desenvolvimento. (Sendo a base da economia da Cidadania nos Estados)

    Coleta Europeia do IVA – (B.P./B.C.E.)como finanças nacionais e Internacionais (Alimentação e Serviços 5%); (Materiais 10%); (Detergentes 15%); (Poluentes 20%); (Combustíveis 25%).
    Para assegurar a livre circulação das pessoas, dos serviços, dos bens e dos capitais, garantindo o retorno anual de 5% do total de IVA para o cidadão, reflectindo sempre o acumulado. (Para lazer no desenvolvimento comunitário)

    Domínio público 1. Pertencem ao domínio público: … Todas as estruturas e serviços de manutenção, e segurança dos espaços nacionais são encargos do Estado e os internacionais da União Europeia.
    Respeitosamente,
    Miguel Ângelo de Olim Marote Correia

  • Asdfasdf

    asdf

  • Professsor

    O Carreira como já não vai estar por cá por muito mais tempo, diz as verdades…

  • José Conceição

    Ao Dr. Henrique Medina Carreira / Dr.ª Judite de Sousa

    Sou licenciado em engenharia mecânica (com especialidade em fundição), tenho 58 anos de idade e 37
    anos de experiência profissional e ainda 19 anos como sócio-gerente de uma
    micro empresa de peritagens técnicas para companhias de seguros. Há 3 anos
    atrás, porque tinha algumas dívidas fiscais, o Fisco e a Segurança Social penhoraram-me,
    sem pré-aviso, a totalidade das contas bancárias e a totalidade dos créditos
    (facturações) que tinha de clientes. Esta atitude do Fisco foi-me dada a
    conhecer quando um dia, paradoxalmente, fui ao meu banco para que este diligenciasse
    o pagamento – transacção a efectuar ao balcão -, da Segurança Social e do
    Pagamento Especial por Conta (IRC), quando me foi anunciado pelo banco que a
    conta estava penhorada pelo Fisco. De imediato fui às finanças (Lisboa 2), que
    me disseram que deveria escrever-lhes a propor forma de pagamento da dívida e
    que o que tinham feito, ainda que compreendendo que ficaria sem qualquer
    recurso financeiro para viver, era legal. Estou com uma depressão psicológica
    desde então e impossibilitado de trabalhar e de pagar a dívida porque não posso
    trabalhar; isto porque para trabalhar é necessário ter algum dinheiro,
    sobretudo para pagar os encargos fixos e os variáveis necessários à produção,
    para além de ter algum dinheiro para ter um tecto e alimentação para sobreviver.
    Desde o dia em que me penhoraram a totalidade das duas únicas contas bancárias
    que possuía, estando lá todo o dinheiro resultado do trabalho, deixei de ter um
    único cêntimo no bolso e vivo de ajudas de amigos, tendo eu absoluta vergonha
    de anunciar junto da família o crime – em minha opinião – que o Estado praticou
    perante mim. Não sei o que fazer da vida.
    Perante este exemplo, aqui em síntese exposto, proporia aos
    nossos governantes, pessoas insensíveis para o Valor da Vida Humana, que
    perante esta alegada crise acedessem:
    dar às empresas em risco de sobrevivência o benefício de poderem pagar as suas dívidas
    em tempo razoável e sem as prejudicar de poderem manter a sua actividade económica
    normal; prescindir, por período determinado, dos agravamentos que a Lei prevê
    sobre os valores em dívida, como juros e coimas por incumprimento; por último,
    deixar as empresas e os empresários trabalhar.

    Não posso deixar de referir que o Fisco me propôs optar pela
    insolvência e falência da Firma, alegadamente com o fim de não agravar o valor
    em dívida com mais juros, mostrando-se absolutamente insensível perante a minha
    insistência em implorar que me retirassem as penhoras sobre as contas ou, pelo
    menos, sobre facturação a clientes, permitindo que pelo menos uma conta
    bancária estivesse livre para poder receber créditos da venda de trabalho e
    também dela serem retirados valores para permitir a minha sobrevivência como
    pessoa humana e também para financiar novo trabalho.

    Imaginem que o argumento que o Chefe do Serviço de Finanças
    em causa me deu foi que se desse cumprimento ao meu pedido, que garantias teria
    ele que ao fim de alguns meses eu manteria o acordo, ficando ele comprometido
    perante a sua hierarquia. É inacreditável que não estivesse a ver que pelo
    menos receberia algum dinheiro por parte da dívida, enquanto que asfixiando a
    minha capacidade produtiva não iria receber nada.

    Não sei que fazer, já que não tenho dinheiro para um tecto e
    para comer e também não posso trabalhar, porque as entidades para quem posso
    prestar serviços (Companhias de Seguros e outras empresas) pagam em cheque ou
    por transferência bancária e eu não tenho nem posso ter qualquer conta
    bancária, porque o fisco promete fazer novas penhoras a todo e qualquer crédito
    que eu possa ter.

    Julgo que uma solução possível é viver em clandestinidade,
    procurando quem possa vender o meu trabalho a troco de algum valor sem
    papel.  Contudo, que futuro me é
    reservado se não tenho direito a subsídio de desemprego, porque sou gerente de firma,
    e se não posso ganhar a vida, com dignidade e responsabilidade.

    Termino dizendo que desde a data em que me foram penhoradas
    as contas bancárias e os créditos sobre clientes, na totalidade, inúmeras têm
    sido as missivas que tenho escrito para todas as repartições de Finanças, sem
    que me tenha sido dada uma única resposta, ainda que sintética. O desprezo e a
    asfixia como pessoa produtiva que o Fisco tem demonstrado perante mim deixa-me pensar
    que vivemos, afinal, ainda em tempos de escravatura, ou pior, já que nessa
    época alimentavam-se os escravos e até se lhes tratava da saúde.  Eu não tenho direito a nada disso, não valho
    nada, ainda que tenha no meu curriculum, para além de outras coisas, treze
    patentes de invenção, realmente concedidas, com registos no EU, toda a Europa,
    Japão, etc.

    O que fazer?

/* ]]> */

Este site utiliza cookies. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização. mais informações

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close