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Luís Cunha Velho: «Os portugueses não deixaram de gostar da TVI»

Luís Cunha Velho

Luís Cunha Velho

Luís Cunha Velho, trabalha na TVI ainda a televisão não tinha iniciado as suas emissões regulares. Agora, no vigésimo aniversário da estação, é o novo diretor-geral do canal de Queluz de Baixo. Na primeira grande entrevista concedida à NotíciasTV, o responsável acredita que a TVI que existia há 20 anos não foi um erro.

Para o diretor-geral, a TVI da Igreja foi «um projeto muito bonito porque tinha ideias, tinha valores, tinha conteúdos engraçados» e acrescenta «a TVI de hoje ainda tem muito da TVI daquele tempo». No entanto, quando questionado sobre a era de Moniz na estação, Cunha Velho não tem dúvidas de que há uma estação diferente antes e depois da passagem do antigo diretor.

Confrontado com as audiências, Luís Cunha Velho não acredita estar perante «um novo ciclo», depois da hegemonia da SIC nos anos 90 e da liderança da TVI na década de 2000  que agora é ameaçada pelo sistema da GfK, que classifica como «fatores estranhos a este negócio e a este meio». O diretor-geral considera o painel de audimetria da GfK «desiquilibrado», porque «não reflete a população portuguesa, nem os Censos 2011».

Sem admitir preferir o anterior sistema da Martkest/Kantar ao da Gfk o responsável fala em nome da TVI que «quer  é que haja um painel que sirva o mercado» e lança a questão: «Não acha estranho que um canal que é líder no dia 1 de março perder no dia seguinte quatro pontos percentuais só porque mudou o painel?». Aos 57 anos o novo diretor da TVI, termina com uma convicção: «Os portugueses não deixaram de gostar da TVI», conclui.

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