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Judite Sousa: «[A mudança para a TVI] foi a decisão mais acertada»

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Este mês faz um ano que Judite Sousa entrou na TVI. Quando se mudou para a estação de Queluz de Baixo, era a jornalista mais antiga da RTP, mas a vontade de agarrar novos desafios levou-a a mudar-se de canal. Na sua «nova casa», veio também assumir o cargo de diretora-adjunta de informação e agora, um ano depois, faz um balanço positivo desta mudança. Afinal, Judite Sousa já fez «40 entrevistas, 20 médias reportagens, coapresentei dois casamentos reais e coloquei em antena um programa na TVI24».

«Tem sido uma experiência agradável, curiosa, diferente da realidade que eu conheci e na qual trabalhei 32 anos. Estou a viver intensamente o presente e tenho-me sentido feliz na TVI. Ponderei muito e a verdade é que me tenho sentido bem, completamente integrada. Estou a fazer aquilo de que gosto, estou tranquila, serena e realizada profissionalmente.», começa por dizer Judite Sousa à revista Lux. Em relação à mudança da RTP para a TVI, a jornalista conta que «Foi uma decisão racional, muito ponderada em família, porque não se tomam decisões levianas aos 50 anos de idade. Decorridos 12 meses, creio que foi a decisão mais acertada no tempo e na realidade em que estamos. Sinto-me muito tranquila, estou numa empresa privada, as regras do jogo são claríssimas.».

Em relação à sua nova casa, «Tenho-me sentido bem. Encontrei pessoas que não conhecia, umas que conhecia apenas da televisão e outras que tinham trabalhado comigo na RTP. Tem sido uma experiência gratificante porque reconstruí na TVI velhas amizades. Esse reencontro fez-me bem. Sinto-me integrada.», apesar de, no início, «Houve pessoas que nos receberam com entusiasmo, outras com aquilo que chamo uma reserva expectante. Quando há uma mudança ao nível da direção, obviamente que há sempre um sentimento de alguma desconfiança, inquietude e perplexidade.», confessa a jornalista à referida publicação.

«Aos 51 anos, podia estar tranquilamente sentada no meu gabinete a escrever, a dar umas ordens, mas eu não sou essa pessoa. Não sou preguiçosa nem mandriona. Podia só fazer estúdio, mas não sou uma vedeta. Eu faço estúdio, ando na rua, estive em Atenas no meio da confusão, se pudesse amanhã estaria na Síria, se fosse permitido aos jornalistas internacionais estarem livremente no país. Preciso de trabalhar para me sentir feliz e realizada.», conta Judite Sousa, revelando que «Preciso de trabalhar para me sentir viva. No dia em que deixar de fazer aquilo que faço, significa que terei deixado de viver. As pessoas perguntam-me porque é que trabalho tanto quando já não precisava. Trabalho muito porque gosto e preciso.».

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