TVI

Intensidade das gravações de “Anjo Meu” provoca vítimas


As muitas horas de trabalho intenso na telenovela dos anos oitenta tem feito algumas “vítimas”.

E uma das principais visadas acaba mesmo por ser a protagonista, Alexandra Lencastre, tal como avança a mais recente edição da Notícias TV.

Doze horas de trabalho diário e cento e cinquenta páginas para decorar ao fim-de-semana estão a deixar a intérprete de Joana Rita “à beira de um esgotamento”, tal como a própria já disse nas gravações: “Por favor, estou à beira do esgotamento. Já falei com o meu médico e ele disse-me que não posso trabalhar assim. Já só choro, é cansaço mesmo”.

E o estado de saúde de Alexandra Lencastre parece inspirar mesmo cuidados. “Ela diz todos os dias que não está bem, que está cansada, que precisa de descansar”, afirma um colega à referida revista, enquanto que outro defende: “Ela tem andado em baixo. Já algumas vezes a vi chorar do nada, sem razão aparente”.

Apesar de tudo, da produção, os elogios para a atriz são mais do que muitos: “Ela é assim mesmo, conta essa história de que está cansada, mas depois aparece para trabalhar com tudo decorado. Às vezes parece um fait drivers”, afirma um elemento da produção. Já uma colega do elenco, que não se quis identificar garante: “ela chega sempre a horas, com os textos na ponta da língua e não falta”. “Não é como o João Reis, que disse que só podia gravar uma vez por semana e, pouco tempo depois, soubemos que ia sair da novela”.

Mas Alexandra Lencastre não é a única “vítima”. Também Manuela Couto já desmaiou durante a rodagem de Anjo Meu, tal como revelámos oportunamente, e o ritmo de trabalho fê-la abandonar o cargo que tinha na Plural Entretainment.

Por fim, Pedro Teixeira também teve que se dirigir ao hospital, por má alimentação.

O ritmo das gravações é, segundo a Notícias TV, muito intenso e muitas vezes não permite o cumprimento de refeições regulares, o que origina incidentes como estes: “Os atores param meia hora para almoçar ou uma, depende. Quando há tempo, lancham”. “às vezes o estúdio está muito quente e alimentam-se muito mal”.

Mas não é só a alimentação que merece queixas, também o horário laboral é preocupante: “Eles não têm folgas nem feriados. Só param quando ficam doentes”, afirma uma das fontes contatadas pela referida revista, acrescentando: “Mesmo assim vão buscá-los a casa, levam uma injeção e voltam a trabalhar”.

A terminar, a mesma fonte aponta algumas das razões para tanto cansaço: “As pessoas andam muito stressadas, muito irritadas, mexe-se com muitos sentimentos, com muitos egos, todos querem dar o seu melhor e isso traz um cansaço redobrado”.

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