TVI

“Filho da morte” chega a “Remédio Santo”

Depois de Laura Galvão, Rui Luís Brás ou Mafalda Teixeira há uma nova personagem na telenovela de António Barreira. E que personagem.

Um dos mistérios que dá mote à história receberá novos desenvolvimentos nos próximos capítulos. Tudo porque o filho da mais misteriosa personagem de Remédio Santo, a Morte, está prestes a surgir em cena e as vítimas continuarão a aumentar.

Para dar vida ao jovem, a estação de Queluz de Baixo e a Plural Entretainment escolheram o jovem Francisco Gomes, um ator de palmo e meio que já participou em alguns projetos para os mais pequenos.

 

Presos por ter cão e por não ter
A frase é de Manuel Luís Goucha e foi proferida durante o Você na TV de hoje. Desde sempre que sou da opinião de que o apresentador é mais do que um senhor. É talvez uma das mais verdadeiras personalidades da nossa televisão, que não tem receios de dizer tudo o que pensa, sempre com “conta, peso e medida”, mas não o deixa de fazer.
Ainda na semana passada declarou à TV Guia que não gostava de ver a amiga Júlia Pinheiro perder com o seu Querida Júlia, o que só mostra o quão boa pessoa é. Isso mesmo vê-se diariamente, através do contato direto que tem com os seus fãs no Facebook.
No entanto, não deixa de lhe ficar um pouco mal criticar publicamente, em direto no seu programa as opções a nível de conteúdos da concorrência. É claro que somos livres de dizer o que pensamos, que ninguém nos pode condenar. Vivemos numa sociedade livre e em que há o direito também à liberdade de expressão. Mas, por muito que os fãs da TVI o elogiem por aquilo que fez, estas palavras não deixam de ir um pouco contra aquilo a que nos tem habituado dia após dia.
Também sei que não o deve ter feito com a intenção de lançar farpas à concorrência, mas vindo dele, soa mal e não cai bem. Um senhor como Manuel Luís Goucha não deveria reagir assim a situações como estas. Sim, é verdade que devemos explicar mal-entendidos e justificar as nossas opções, mas não lançando farpas à concorrência. Até porque não há assim tantas razões para dizer o que disse. Cada programa é livre de ter os seus conteúdos e o maior julgador, o público, sabe quais vão ao encontro do que procura.
E há que ter em conta que em casos semelhantes, como os de Carlos Castro ou Sónia Brazão a abordagem foi diferente. É que, dessas vezes, não houve problemas “em fazer audiência à custa de um problema destes”…

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