TVI

Fátima Lopes não estava feliz na SIC


Oito meses depois de ter deixado os ecrãs de Carnaxide, a apresentadora ainda continua a falar sobre os motivos que a levaram a tomar tal atitude.

E é em entrevista à Nova Gente desta semana que Fátima Lopes dá novos dados sobre a chegada à TVI. Questionada sobre o porquê de se ter mudado de repente para a concorrência, a comunicadora respondeu: “Porque, quando não estou feliz, tenho de procurar a minha felicidade. Em tudo na vida”, começa por dizer, acrescentando de seguida: “Precisava de sentir que ainda tinha um caminho para fazer e que ainda havia muitos capítulos em aberto. Não sentia isso”, frisou.

No decorrer da conversa com o jornalista da referida publicação, Fátima Lopes confessou ainda que na SIC a tinham como garantida: “Sim, acho que era isso. Sempre tive uma relação óptima com todos os directores que por lá passaram, até hoje. Nunca fui uma pessoa conflituosa nem de levantar problemas, trabalhavam tão bem comigo que nunca se lembravam de mim no dia-a-dia. Não dava problema nenhum. Entrava, fazia o meu trabalho…”.

Segundo a apresentadora, os responsáveis do canal de Carnaxide acabaram por perder a ideia de alimentar a “relação” que existia: “É exactamente isso. Às tantas deixei de sentir que havia um projecto de carreira para mim. Eu era uma peça de mobília daquela casa. Se pensasse no amanhã, não conseguia saber o que era”.

E foi tudo isto que a deixou sem vontade de permanecer na sua casa de sempre: “Foi-me deixando insatisfeita. E quando assim é, se temos uma oportunidade de mudar, devemos fazê-lo. Claro que não foi uma decisão fácil. Afinal foram 16 anos, não foram 16 dias. Mas não devemos ter medo da mudança”.

Prestes a terminar este assunto, Fátima Lopes afirmou ainda que foi dando alertas sobre o que sentia: “Claro que fui alertando. Mas se calhar não teve o efeito que esperava e não sou pessoa para ter reacções fora daquilo que considero normal. Fui falando com as pessoas, fui-lhes dizendo o que sentia. Mas talvez não tenha sido capaz de explicar até que ponto precisava de saber qual era o meu rumo, o que ia acontecer. E às tantas cansei-me. Senti necessidade de respirar outro ar”, concluiu.

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