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Apresentadores fazem balanço do «sucesso televisivo do ano»

Chegou ontem ao fim A Tua Cara Não me é Estranha. Vinte e sete semanas depois do arranque, aquele que é considerado “o programa do ano” despediu-se dos portugueses. O balanço, esse é muito positivo, pelo menos da parte de Cristina Ferreira e Manuel Luís Goucha.

“O balanço é mais do que positivo, com audiências próximas dos dois milhões de pessoas, um retorno que não estava nos planos”, começa por dizer Cristina Ferreira ao Diário de Notícias desta segunda-feira. Opinião partilhada pelo seu colega de palco: “O programa excedeu as melhores expectativas, foi arrasador. Congregou a atenção das famílias, revelou ser um divertimento para toda a família, independentemente da classe etária ou social”, admite Manuel Luís Goucha.

O apresentador revelou mesmo que quando lhe foi dado a conhecer A Tua Cara Não me é Estranha recusou: “Eu não disse que não fazia, só perguntei se tinha mesmo de o fazer…”, explica, acrescentando: “Parti para o programa com algum receio e não teria tanto que ver com o formato”. E aponta a justificação: “Independentemente de me dar muito bem com a Cristina, pensei que a nossa apresentação tivesse mais que ver com as manhãs. A Tua Cara não Me É Estranha exigia outro registo. Tinha algum receio de não me sentir bem, mas depois da primeira emissão percebi que tínhamos o sucesso televisivo do ano em mãos”, conta.

Na opinião dos apresentadores, são os concorrentes o segredo do sucesso do formato. “O mérito é dos participantes, dos jurados e só depois dos apresentadores”, defende Manuel Luí Goucha. Cristina Ferreira vai mais longe: “O êxito do programa deve- se, numa primeira fase, a João Paulo Rodrigues, porque foi a grande surpresa. Os outros participantes também foram surpreendentes, mas se não fosse o João Paulo, acredito que pudesse ter sido diferente.” Os elogios estendem-se também às caracterizações, da equipa liderada por Sérgio Alxeredo: “Se os bonecos tivessem soado a falso, as pessoas não tinham ficado a ver”, acrescenta a apresentadora, que se defende da criticada familiaridade: “Não temos vergonha de nos expormos ao ridículo, somos genuínos.”

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