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“A SIC é a minha casa-mãe”, diz Júlia Pinheiro

 É já no próximo domingo que a apresentadora inicia uma “nova aventura” na sua carreira profissional: Secret Story. Por este motivo, e acima de tudo por ser uma das melhores comunicadoras da actualidade, Júlia Pinheiro dá uma grande entrevista à TV 7 Dias desta semana. Nela fala de tudo um pouco, desde o seu trabalho enquanto directora e apresentadora, da SIC e da família.

O primeiro tema em cima da mesa foi, claro está, o novo reality-show da estação de Queluz de Baixo. O que podem, então, os portugueses esperar dele? “Temos uma série de concorrentes dentro de uma casa, sem contacto com o exterior, que jogam e só um deles sairá vencedor. Só que a Casa dos Segredos tem um lado acrescido, que a torna mais estimulante. É um jogo muito mais intenso psicologicamente do que o BB, porque existe uma espécie de subdrama que eles suportam (…), alguns deles muito complicados, outros nem tantos. Cada um tem de esconder o seu e, se jogarem bem, talvez consigam guardá-lo e descobrir o do vizinho, ganhando mais dinheiro. É um jogo psicologicamente muito mais intenso e sofisticado do que o BB.”, começou por revelar a cara de As Tardes da Júlia, que adiantou ainda não ter contactado directamente com os escolhidos.

E o que dizer da escolha de Leonor Poeiras e Pedro Granger para a auxiliarem? Nas palavras de Júlia Pinheiro, tanto um como outro têm tudo para se sair bem e, a decisão de ter dois “ajudantes” prende-se com o facto de poder surgir algum contratempo e ter que ser substituída: “Se há coisa que este ano me ensinou é que se adoece, há perdas e preciso de estar segura que tenho gente que, se eu falhar, me pode substituir, até porque eu, no meu cargo de direcção, sou obrigada a deslocações que dantes não era”.

Secret Story à parte, a directora de formatação de conteúdos da TVI falou ainda sobre a sua relação com Gabriela Sobral: “tenho muitas saudades dela, aliás, temos todos. Tenho uma relação profissional e pessoal com ela, foram anos muito bons, é daquelas coisas de osmose e tive muita pena que não tivéssemos aqui, na TVI, os argumentos necessários para a prender”.

Como não podia deixar de ser, Júlia Pinheiro também foi questionada sobre uma possível saída para a SIC. “Nunca tem sido política minha divulgar qualquer convite que seja feito.”, explicou. Ainda sobre a estação de Carnaxide, revelou os motivos da sua saída: “fiz lá programas fantásticos, que na altura pensei que fossem a minha especialidade. Deu para perceber que tinha à minha frente quatro ou cinco figuras e que nunca chegaria aos grandes projectos – Carlos Cruz, Herman José, Bárbara Guimarães, Catarina Furtado… e depois é que vinha eu, eventualmente. Um dia pensei que tinha de ir à minha vida e fui… Desejo à SIC tudo de bom, fui lá muito feliz, cresci imenso, é a minha casa-mãe”, atirou.

A terminar, a entrevistada falou ainda sobre o reencontro com Fátima Lopes: “Ela veio para aqui e eu não ia dar-lhe o que pudesse? Ajudá-la, ampará-la e apoiá-la em tudo… ela fez logo a gala Somos Portugal que, para quem vem de fora, deve parecer que somos alucinados; logo, queríamos garantir-lhe que estávamos a tratar da imagem dela, para que não a sentisse beliscada, antes pelo contrário, que seria uma manifestação de senta-te aqui ao pé de nós. Quando nos vestimos de anjinhos, acho que ela percebeu: Ok, vou-me divertir”, frisou, explicando ainda que tudo isto não faz de si um Mourinho, mas que essa distinção deverá ser de André Cerqueira.

 

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