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“1ª Companhia” ainda dá que falar

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O militar, que acusa o canal de Queluz de Baixo de ter plagiado o projeto Special Force, que resultou no reality show 1ª Companhia, exibido em 2005, refere que “as alegações finais estão marcadas para o próximo dia 4 de julho”.

“Acredito na Justiça. Mas nem sempre é a verdade que prevalece. Veremos”, desabafa o paraquedista ao Correio da Manhã.

Recorde-se que antes de Gualdino Paredes, Júlia Pinheiro, que apresentou o formato, e José Alberto Moniz, na altura diretor-geral do canal de Queluz, podem ainda requerer ao Tribunal que oiça testemunhas do seu lado.

O processo retomado em maio deste ano, após vários adiamentos desde 2006, está a correr como Fernando Pereira, o advogado do militar, esperava.

“O Sr. Paredes confirmou tudo. Não disse apenas que eu já estava a negociar com a TVI, mas também que até tínhamos falado em valores. Perante isto, estou confiante. O tribunal é soberano. Acredito na Justiça”, diz. A favor do paraquedista testemunharam também alguns militares que conheciam as suas ambições como produtor de conteúdos.

“Foram ouvidos oficiais superiores, uns sete, e todos eles disseram reconhecer o meu projeto que tinha como objetivo principal promover as tropas paraquedistas voluntárias”, disse o militar que espera agora uma indemnização de dois milhões de euros.

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