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«Dupla Identidade» chega a Portugal esta noite

bruno gagliasso dupla identidade

Aos olhos de todos, ele é bonito, inteligente, meticuloso e sensível. Mas não sente compaixão ou empatia por nada nem ninguém. Para os seus vizinhos, amigos e família, a bondade é o seu retrato. Mas ele não tem consciência, culpa ou remorso dos seus atos mais cruéis. Tudo isto cabe numa só pessoa: Eduardo Borges (Bruno Gagliasso), o Edu, um criminoso sádico, um predador frio e calculista, um serial killer. E é em torno da mente deste psicopata grave, que mata por puro prazer, que se desenrola a história central da série Dupla Identidade, que estreia esta noite, às 21h45, no canal Globo Premium.

Da autoria de Gloria Perez, Dupla Identidade conta com Bruno Gagliasso, Débora Falabella, Luana Piovani, Marcelo Novaes, Aderbal Freire Filho e Marisa Orth nos principais papéis.

Edu é um perfeito camaleão, que se esconde por trás de uma vida absolutamente comum, de rapaz adorável, namorado perfeito, amigo ideal. Mas, na verdade, ele é um serial killer, autor de uma série de assassinatos que assombra o Rio de Janeiro, preocupa um governo empenhado numa reeleição e desafia os esforços da polícia. Para todos os que o conhecem, Edu é um jovem esforçado e ambicioso que se formou em Direito, frequenta a faculdade de Psicologia e trabalha no escritório de advogados de Assis (Gláucio Gomes). Como todos os serial killer, Edu procura o poder quando manipula, quando mata, quando se aproxima do senador Oto Veiga (Aderbal Freire Filho) como um jovem admirador que quer ser como ele, para experimentar, também, o poder político.

Débora Falabella é Ray, uma jovem sensível e batalhadora, que trabalha em moda. Ela cria sozinha a sua filha e acaba por encontrar em Edu a personificação do homem ideal. Emocionalmente instável, Ray é portadora de transtorno de personalidade limítrofe e, por isso, uma mulher que ama demais e se empenha para não deixar nada destruir o seu sonho romântico. Por isso, não percebe a Dupla Identidade do seu namorado.

Na busca pela resolução dos assassinatos cria-se uma força especial para cuidar exclusivamente desses crimes, preparada com as técnicas mais avançadas da perícia criminal. O núcleo de investigação é liderado pelo delegado Dias (Marcelo Novaes) e pela psicóloga forense Vera (Luana Piovani), que, tendo feito um estágio no setor do FBI, estuda o comportamento criminoso e foi chamada para integrar a equipa. A chegada da nova colega desperta inquietação em Dias, e, em alguns momentos, ele sente-se incomodado com sua presença, já que vê na solução dos casos um passaporte para o reconhecimento na carreira.

Durante as investigações, Edu e Vera testam-se constantemente, numa disputa por superioridade intelectual. Como qualquer pintor, escritor ou compositor, um serial killer deixa sempre uma assinatura nos seus crimes. E, mesmo tendo ao dispor as técnicas mais avançadas da perícia criminal, Vera sabe que existe uma única possibilidade para desvendar a identidade do assassino: a sua capacidade de ler a sua mente. Como os mais «competentes» assassinos, Edu é mestre em apagar vestígios, mas, vaidoso, faz questão de provocar a polícia, lançando pistas, propondo um verdadeiro jogo de gato e rato, no qual por vezes não se sabe quem caça e quem é caçado.

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