Globo

Cauã Reymond é o convidado especial do «Cá Estamos»

Filomena Cautela Cauã ReymondCauã Reymond, o Jorginho de Avenida Brasil, é o convidado do Cá Estamos do próximo sábado, dia 9 de março, às 14:50. Num encontro com a apresentadora Filomena Cautela, o ator falou da sua descendência portuguesa, do assédio das fãs e ainda da sua personagem na novela Avenida Brasil.

Pela primeira vez em Portugal, o ator diz-se encantado pela cidade de Lisboa e coloca a hipótese de vir viver para Portugal durante uma temporada. Apesar de ser reconhecido na rua, Cauã desvaloriza o assédio de que foi alvo durante a sua estadia. «No Rio as pessoas estão acostumadas aos atores, e quando tem um tipo de assédio é com todas as pessoas. Aqui em portugal é diferente, porque não veem sempre os atores brasileiros.»

Durante a conversa, falou ainda dos atores com quem já contracenou e de quem guarda um enorme carinho e admiração. Vera Holtz, Tony Ramos, Murílo Benício e Marco Caruso foram alguns dos nomes mencionados pelo ator. Já em relação a Fernanda Montenegro, revelou que a primeira vez que contracenou com a atriz em Passione sentiu-se «intimidado» pelo seu enorme talento.

Quando Filomena Cautela o desafiou a fazer um balanço da sua carreira de 11 anos, o ator revelou que «já tem uma certa estrada, mas todos os personagens deixam a sua marca.». No entanto,  guarda com carinho a personagem que interpretou na novela da Globo Cordel Encantado e o sotaque do nordeste que teve de adquirir durante a sua gravação. «Sinto saudade dessa novela», revela o ator.

Da novela Avenida Brasil afirma que «não há receitas para novelas com sucesso», mas revela que o mérito deste grande sucesso é de João Emanuel Carneiro e da liberdade que a produção deu a todos os atores. Antes de preparar a sua personagem Jorginho, foi visitar vários lixões verdadeiros e afirma que o da novela era igual. «O Jorginho é um personagem muito especial. Ele vive um conjunto de emoções que deixam ele num lugar diferenciado.».

Ao terminar a entrevista, Cauã Reymond falou ainda da paternidade e admite que «ser pai amadureceu a minha vida, comecei a dar atenção a outras coisas».

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