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Última Hora: Conheça os elementos do júri da próxima temporada de «Ídolos»

idolos

Nos últimos dias têm surgido alguns rumores acerca do novo grupo de jurados da quinta temporada de «Ídolos». Desde que se confirmou que o talent show da SIC ia voltar para uma nova edição, a imprensa fez questão de anunciar que só Manuel Moura dos Santos se manteria no júri do programa. Sendo assim, faltava saber quais seriam os três novos membros do formato apresentado por Cláudia Vieira e João Manzarra.

A informação avançada nos últimos dias é que Bárbara Guimarães e Zé Pedro (dos Xutos e Pontapés) iriam fazer companhia a Manuel Moura dos Santos, faltando apenas conhecer um nome (para compor os habituais quatro elementos do júri que este programa costuma ter). Mas, a poucos dias da apresentação à imprensa da nova temporada de «Ídolos» (que está a acontecer neste momento), surgiu um novo dado: Tony Carreira iria estar ao lado de Bárbara Guimarães e Manuel Moura dos Santos, estando Zé Pedro de fora do grupo de jurados. E apesar de surgir um novo nome para o júri do talent show, continuou a faltar saber o nome de uma quarta pessoa para compor o júri do programa.

E a quarta pessoa a fazer parte do grupo de jurados é Pedro Abrunhosa! A informação foi avançada agora na festa de apresentação do programa à imprensa, onde A Televisão marca presença.

  • Mas que juri é este?

    • Biller

      2 ídolos nacionais, um especialista em produção musical e uma senhora cheia de classe, elegância, com passado programas musicais.

    • Anon

      Mesmo!!! Deste júri, quem é que percebe verdadeiramente de música??? O Pedro Abrunhosa e Tony Carreira sabem criar e cantar músicas, agora serão verdadeiros mestres da música para saberem avaliar???!!! E outra coisa: não é suposto o programa ter um público alvo mais jovem??? Com este júri, não me parece. O que se safa são os apresentadores e os concorrentes. Mas o júri não… Veremos como serão os novos “talentos” nacionais. Na volta, ainda vemos talentos como o programa de Verão 2011 da TVI, o “Canta Comigo”, que nenhum era nada de especial. Parece-me que este programa vai ser pior que o programa “A Voz De Portugal”, que, na minha opinião, é um dos melhores talent-shows que se fizeram em Portugal. Alias, é o melhor! Passa “Ídolos” na qualidade do formato, do estúdio, dos concorrentes e dos apresentadores. Passa “ìdolos”, simplesmente. Mas veremos o que vem aí!

      • Biller

        O Pedro Abrunhosa é tão bom como o Paulo Gonzo, com a vantagem de agradar aos jovens. O Tony  Carreira tem uma popularidade enorme, algo que pode ser confirmado pelas audiências dos programas/concertos em que participa. Quanto à Bárbara, é importante no âmbito da imagem. Por outro lado, a alma deste programa é a fase de castings e os cromos, sem esquecer a frontalidade do MMoura dos Santos.

  • Biller

    O currículo de Abrunhosa: Licenciou-se em
    Composição e História da Música. Enquanto estudante no Conservatório de
    Música portuense, integrou o Grupo de Música Contemporânea do
    compositor espanhol Enrique X. Macias. Em 1980 e 1981 frequentou cursos
    de Pedagogia Musical, estudou contrabaixo em Madrid com músicos
    estrangeiros (Joe Hunt, Wallace Rooney, Gerry Nyewood e Steve Brown) e
    participou em seminários internacionais de Jazz. Em 1985 formou com o guitarrista espanhol Joaquin Iglésias o quarteto Banda de Bolso.
    Foi
    escolhido para contrabaixista da orquestra da Fundação Calouste
    Gulbenkian e em 1987 lecionou contrabaixo na Escola de Jazz do Hot-Club
    de Lisboa. Acompanhou em digressões pelo país e por toda a Europa
    músicos como Boulou Ferré, Elios Ferré, Ramon Cardo, Frankie Rose,
    Vincent Penasse e Tommy Halferty.
    Compôs e interpretou música para os filmes Amour en Latin e Adão e Eva, para as peças Possessos de Amor, A Teia e Aniversário da Infanta, e ainda para o vídeo 150 Anos do Bonfim.
    Foi
    cofundador da Escola de Jazz do Porto, onde lecionou durante três anos,
    e fundou e dirige a orquestra da mesma escola, para a qual escreve
    grande parte dos arranjos. Foi também professor na Escola Superior
    Artística do Porto e na Escola de Música Caius.
    Fundou e dirigiu a Cool Jazz Orchestra, agrupamento vocacionado para o Rhythm ‘n’ Blues
    que viria a chamar-se Pedro Abrunhosa e a Máquina do Som. O seu
    primeiro grande êxito junto do grande público aconteceu quando gravou o
    disco Viagens com os Bandemónio, atingindo a marca única de 130 000 discos vendidos (quinto disco de platina em 1997). O disco manteve-se no top
    nacional durante 72 semanas consecutivas. Considerado o melhor álbum do
    ano, foi gravado em Londres com o diretor musical de James Brown, o
    músico Maceo Parker.

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