SIC

Tarde de touros nas gravações de ‘Vitória’

A aposta da estação de Carnaxide ainda não tem data de estreia. O touro vem com a força bruta dos seus 600 quilos pronto para apanhar de frente o forcado. E eis que, Rodrigo Louro faz uma excelente pega para gáudio dos presentes e alívio dos seus amigos e familiares. Rodrigo Louro é Diogo Morgado.

Mas quem fez a pega foi o duplo, João Pinto Salvação forcado do grupo de Alcochete. É neste ambiente rural e com a tauromaquia com paixão que se centra a nova telenovela da SIC, Vitória.

A cena teve lugar em Alcochete, perto da praça de touros e contou com a presença de vários actores do elenco: António Marques, Afonso Lopes, Maria Botelho, Joana Seixas, Alberto Magassela, além de Diogo Morgado. Estes, juntamente com Cláudia Vieira, constituem o núcleo forte da grande aposta de Carnaxide em ficção nacional, ainda sem data de estreia conhecida. A telenovela, de argumento em aberto, centra-se nas personagens de Cláudia Veira (Vitória Sousa Álvares) de Diogo Morgado (Rodrigo Louro) e da ainda mulher deste Vera Sarmento, interpretada por Joana Seixas.

Um homem ligado ao campo, Rodrigo Louro é um engenheiro agrónomo de 33 anos, que concilia a sua profissão com a paixão pelo touros, como forcado. Mas na sua vida há muitas questões por resolver, como confirma o protagonista, Diogo Morgado: “Rodrigo tem um passado algo conturbado, o que faz dele um rebelde. Está mal resolvido com o seu passado, o que se relaciona com a morte dos pais , quando tinha 12 anos.” É na resolução deste mistério que estará grande parte do “segredo da novela, que se vai revelando. Aos poucos sabe-se como as mortes aconteceram e como isso afectou o Rodrigo.” Mas não é só no passado que Rodrigo Louro tem problemas a resolver. “Ele foi casado com Vera e tem um filho, o João. Eles estão separados e com o desenrolar da história vai-se perceber porquê.” Ainda em aberto está um possível envolvimento de Rodrigo com Vitória: “Ele tem um relacionamento de grande afinidade com a personagem da Cláudia, mas se o relacionamento se desenvolve mais do que isso ainda está em aberto.”

Ainda ligada a Rodrigo está Vera, presa no processo de regulação paternal, pela custódio do seu filho com Rodrigo, o pequeno João de 11 anos. “A Vera é uma advogada e aposta tudo na carreira. Ela está dividida entre o amor pelo marido e pela paixão pelo trabalho. Mas não se identifica com a vida do marido, de quem está separada, porque gostava que ele viesse para Lisboa.”, afirma a actriz Joana Seixas. “Ela começa a novela a ser puxada por muitos lados e tem que tomar decisões rapidamente”.

É na tarde de lide que as diferenças entre Rodrigo e Vera mais uma vez se tornam evidentes: enquanto Rodrigo quer incutir em João a paixão tauromáquica, Vera considera um risco desnecessário expor uma criança a uma lide de toiros. E no meio deste desacordo parental, Inês Álvares, a filha do tio de Rodrigo, o austero Henrique Álvares, salta para meio da arena em claro desafio aos pais. Inês, como confirma a actriz Maria Moniz Botelho, é “muito irreverente e tem uma relação difícil com os pais”.

É com mistério do passado, a luta pelo poder no presente e histórias de possíveis amores que faz a novela Vitória pulsar, ainda sem fim certo. Será nesta “actualidade de assuntos”, como diz Diogo Morgado, que estará a chave do sucesso. O público ditará se assim é.

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