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Saiba o que se passou na gala em que Diogo Piçarra se consagrou o novo Ídolo de Portugal

O início da noite ficou encarregue dos 14 finalistas que ficaram à mercê das deliberações do júri nas várias fases do programa até às grandes galas em direto. Um mix de músicas dos Queen, entre as quais se destacam “Somebody To Love” e “We Will Rock You”.

O público, em jeito de concerto, criou um ambiente avassalador, proporcionando aos espetadores uma ótima sensação.

A promessa de uma “edição dos Ídolos que supera todas as espetativas” estava lançada por Cláudia Vieira e Pedro Abrunhosa fazia sobressaltar que “avizinhava-se uma noite notável”. E de facto tal foi cumprido por toda a produção do programa do canal de Carnaxide.

Seguiu-se a atuação de Mariana Domingues que deu a abertura do grande duelo da finalíssima, ao interpretar o tema “Thriller” de Michael Jackson. Uma atuação com grande interatividade com o público e que demonstrou uma grande “elegância de movimentos”, como referiu Bárbara Guimarães. Manuel Moura dos Santos que foi “obrigado a dizer coisas boas” na gala da finalíssima, como fez questão de referir o próprio, não foi mais além de um “não foi mau”. Os restantes jurados ressaltaram o facto de ter sido uma boa atuação, fazendo Pedro Abrunhosa a observação de que em atuações futuras a concorrente terá de ter em atenção o “fôlego”.

Diogo Piçarra estreou-se no palco da finalíssima cantando “Nothing Else Matters” dos Metallica, com uma soberba atuação. “Foi forte!”, dissera Manzarra no fim da atuação do finalista. Nos comentários dos jurados, Bárbara dá destaque ao “estilo” e à forma como Diogo se faz ao palco. Tony Carreira frisou a evolução do artista e a sua “atitude e convicção”. Pedro, seguindo as palavras do seu companheiro de júri elogiou a “entrega do artista em palco”, completando com o desabafo de que “Portugal não acredita na sua cultura” e que “estudo da música em Portugal” deveria ser mais valorizado e reestruturado . Os comentários acabam com uma apreciação negativa de Manel: “primeiro round: Mariana um, Diogo zero”.

Os apresentadores reavivaram o “livro de visitas” do programa, composto pelos artistas que pisaram o palco dos «Ídolos» como Mickael Carreira, os Amor Electro, Miguel Ângelo, Filipe Pinto, entre outros.

“Os sócios” Pedro Abrunhosa e Tony Carreira surpreenderam e presentearam os espectadores com dois duetos de versões personalizadas de músicas um do outro. Assim sendo, a música “Sonhos de Menino” ficou encarregue a Pedro, sendo Tony o responsável por “Fazer o que ainda não foi feito”. Marcante foi também a atitude nobre de Abrunhosa ao oferecer uma faixa personificada para Tony Carreira usar nos seus concertos. Esta ocasião permitiu assim a João Manzarra, apresentar os melhores momentos do júri que não foram esquecidos, num vídeo dedicado aos quatro jurados.

Um dos momentos altos do programa foram as interpretações dos dois finalistas que fizeram um dueto com Vanessa da Mata. Mariana cantou “Ai, ai, ai” e Diogo “As palavras”, temas originais do recente álbum da artista «Bicicletas, bolos e outras alegrias».

Uma das grandes surpresas da 5ª edição do Ídolos, foi o espaço para os mais pequenos no «Ídolos Kids», que consagrou vencedora Ana Baptista que terá assim a oportunidade de ver o musical do Rei Leão em Londres.

Antes do intervalo, ainda houve tempo para uma atuação de Diogo com “A máquina” dos Amor Electro. Elogios não tardaram à interpretação da “máquina de transformar músicas” (Bárbara Guimarães) que com “uma musicalidade imensa” (Pedro Abrunhosa) fez o público vibrar. Uma vez mais, Manuel Moura dos Santos não achou a interpretação surpreendente, mas concorda com Tony, dizendo “tiveste bem”.

 Mariana abriu a 3ª parte do programa com “Flutuo” de Susana Félix. Com uma “colocação de voz notável” (Tony) foi das vezes que Pedro mais gostou de a ouvir cantar. Já Manel e Bárbara não desenvolveram muito os seus comentários. Manuel Moura dos Santos “flutuou” ao som da voz da cantora e quando reparou, já estava no fim da atuação. Porém, para o pouco que ouviu diz que “não foi mau”. Já a apresentadora Bárbara chamou a atenção para um cartaz em formato de coração que tinha escrito “São os 2 muito bons”.

Os Buraka Som Sistema também marcaram a sua presença na grande final dos «Ídolos» com “(We Stay) Up All Night” que deixaram uma mensagem de apoio e sorte aos dois concorrentes.

Um dos momentos mais aguardados, senão o mais aguardado da noite, foi o dueto de Mariana Domingues e Diogo Piçarra que no “Duelo final” deram o tudo por tudo. Brilhante desempenho de os dois, é de realçar.

Os últimos comentários do júri para os concorrentes tornaram-se em mensagens para o futuro. O Manuel Moura dos Santos realça as palavras “persistência” e “exigência” nas suas futuras atuações, “pois só assim alguém se torna artista”. Tony Carreira considera um “orgulho contribuir para o futuro” dos dois participantes. Pedro Abrunhosa valoriza a “máquina de produção invejável” que contribuiu para a concretização das grandes galas que se proporcionaram aos telespectadores. “A banda, os cenógrafos” foram parabenizados pelo jurado que , no final, deu uma mensagem a Diogo e Mariana: “só a partir daqui a vossa história será escrita. (…) Cultivem a vossa cultura, viagem(…), Amem-se”.

Uma homenagem a Amy Winehouse e Foo Fighters foi feita pela atuação dos ex-concorrentes do «Ídolos» e Miguel Araújo fez-se ouvir na reta final do programa com o seu primeiro e recente single de sucesso “o marido das outras” minutos antes de ser revelado o grande vencedor.

O Famoso “Para tudo” anuncia o fim das hipóteses que o público tem para votar. “Está escolhido o novo Ídolo de Portugal”, disse João Manzarra. A dupla de apresentadores é homenageada também com um vídeo dos melhores momentos durante toda esta 5ª edição.

Cláudia Vieira anuncia o vencedor da 5ª Edição de Portugal, que eufórico e numa alegria imensa grita “Obrigado!” a todos os apoiantes e fãs que estavam a assistir ao programa.

Diogo Piçarra junta-se assim ao leque dos vencedores das anteriores edições do «Ídolos» – Nuno Norte (2004), Sérgio Lucas (2005), Filipe Pinto (2010) e Sandra Pereira (2011) – numa gala marcada por grandes emoções e excelentes atuações da grande dupla de finalistas.

  • sergio

    Mas porque é que acham este programa assim tão interessante? Gente que só canta praticamente em inglês não deve ter grande futuro em Portugal!!!! Enfim, sempre a defenderem e elogiaram tudo o que é da SIC…

  • Laura

    O ídolo de Portugal nunca…o ídolo das gaiatas que vêem a SIC e dos seus fanáticos.

  • godiogo

    O Manel disse :”DIOGO UM, MARIANA 0

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