SIC

No terceiro programa de ‘O Momento da Verdade’

Cátia Piedade Pereira – “vaidosa”, “orgulhosa de ser cigana” e senhora de “muitas fantasias eróticas” – fugiu de casa aos 16 anos para poder casar com Fernando, que não pertencia à etnia. Do casamento, que dura há nove anos, tem três filhas. Desempregada, Cátia, que foi ao concurso ‘O Momento da Verdade’ para ganhar dinheiro, quase arrebatava o grande prémio.

Entre os acompanhantes no estúdio, Fernando, o marido, Ricardo, o irmão, Antónia, a sogra, e Rui, o pai, foi este o que mais emotivamente foi reagindo ao questionário da filha.

A jovem nortenha admitiu que, em criança, chegou a sentir vergonha de pertencer à etnia cigana

A resposta afirmativa à questão “gostava de ter uma experiência sexual com uma mulher?” deixou Rui algo embaraçado. Depois, ao ouvir a filha revelar que já tinha sentido vergonha dos pais, esqueceu-se de que tinha um pequeno microfone na camisa e desabafou: “Depois disto vou-me embora.” E, quando, quase no final, ouviu Cátia confessar, com a aprovação do polígrafo, que “fazer swing” (troca sexual de casais) é uma das suas “fantasias mais frequentes”, Rui desabafou: “Já não há mais nada para dizer.” Mas houve. E Rui aguentou estoicamente sentado no estúdio, porque a filha Cátia ia superando as perguntas e acumulando euros. Cátia Piedade Pereira, residente em Pedroso, Vila Nova de Gaia, tem três filhas, (Mara, de sete anos, Joana, de três anos, e Lara, de 11 meses) e ela e o marido formam um grupo musical, Anima Som, que toca em festas. Apesar de “sentir orgulho em ser cigana”, Cátia revelou no programa já ter tentado “esconder” a sua etnia.

/* ]]> */

Este site utiliza cookies. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização. mais informações

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close