SIC

Maya apresenta “Contacto”

Maya foi a escolhida por Nuno Santos, Director de programas da SIC, para substituir Rita Ferro Rodrigues na apresentação do programa “Contacto” nas tardes da SIC. Será assim a nova parceira de Nuno Graciano.

Com a saída de Rita Ferro Rodrigues do programa “Contacto” para a direcção de Programas da SIC, ficava um lugar vago, ainda se especulo que seria a apresentadora da TVI, Iva Domingues a ocupar o cargo da sua grande amiga. Mas Nuno Santos, director de Programas escolheu Maya para apresentar o programa das tardes ao lado de Nuno Graciano.

Maya, com 48 anos, conhecida como taróloga, relações públicas e colaboradora do programa “Fátima”, onde participa na rubrica “Tertúlia cor-de-rosa”, está prestes a assumir um compromisso maior na televisão, a apresentação de um programa em directo com cerca de duas horas diárias. A experiência tem início na próxima segunda-feira.

Entrevista de Maya ao Jornal de Notícias. Vai ser a nova apresentadora de “Contacto”.

Como recebeu esta proposta?
Foi uma surpresa. Apanhou-me completamente de surpresa. Não estava nas minhas previsões. Também não era um desejo, uma meta para mim. Colaboro com a SIC há seis anos, cheguei a ter uma hipótese de ir para a RTP, mas aqui fiquei. Entrei como taróloga, depois tive um espaço de consultório e agora estou na tertúlia da “Fátima”, onde comecei para substituir alguém.

Não estava nas suas previsões?
Não, não estava (risos).

Como fica agora a sua dedicação à astrologia?
Continuo a ser taróloga, sou em primeiro lugar taróloga, e a fazer astrologia. Maya Eventos também se mantém. Fica tudo na mesma, com o acrescento da apresentação que até dará mais visibilidade aos meus outros trabalhos. Como os outros profissionais, tirarei dividendos da aparição televisiva.

Como se define então?
Sou sobretudo uma comunicadora, que tem já uma certa maturidade na matéria. E depois sempre gostei de fazer tudo, nasci multifacetada.

Fazer um directo prolongado é um passo em frente na sua carreira?
Sim, é. Fazer televisão cria um “bichinho”, torna-se viciante. Quem começa, quer sempre fazer mais e mais. Quando se pára, sente-se a falta.

Como justifica essa atracção?
Tem a ver com uma questão de ego, certamente. Mas também com a dinâmica que provoca, o “feed back” que cria junto do público e a convivência social. Sempre gostei que se metessem comigo na rua e falassem do que viram na televisão. Agora, nunca me passou pela cabeça ser apresentadora, nunca propus um programa meu. Tenho sido colaboradora.

Que cunho pessoal vai empregar neste trabalho?
Simplicidade, transparência e sinceridade. No dia 1 de Setembro serei a caloira do Nuno Graciano. A “tia” vai ser a sua caloira (ele gosta de me chamar “tia”). Vou apoiar-me muito nele. Também é uma vantagem trabalhar no seio daquela que é a minha família televisiva, a Comunicasom (produtora). Claro que tenho alguns receios. Mas vou entregar-me a sério. É quase como deixar de ser solteira e passar a ser casada.

Como reagiu de imediato ao convite de Nuno Santos?
Agradeci-lhe a confiança e falei-lhe nas minhas legítimas preocupações. Mas não sou mulher para ser pessimista.

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