SIC

Maria Emília Correia fala da liderança da ficção da SIC

Alzira (Maria Emilia Moura)

Maria Emília Correia mudou-se da TVI para a SIC há cerca de dois anos e, na estação de Carnaxide, fez parte do elenco fixo da novela «Rosa Fogo». Com a substituta desta novela no ar, «Dancin’ Days», a liderar as audiências e a ser, consecutivamente, o programa mais visto em Portugal, a atriz pronuncia-se agora acerca deste feito.

Acerca desta mudança, em que, agora, é a ficção da SIC e a liderar e não a da TVI, Maria Emília Correia diz que não sabe qual é a justificação, mas que «Há um fator importante: alguns atores da TVI foram recrutados para os elencos das telenovelas da SIC. O que acontece é que há um empenho por parte da estação de fazer produtos de grande qualidade. No que respeita às telenovelas, o que importa são as realizações, com tudo o que está por detrás, e ainda os grandes desempenhos. E acho que nós podemos orgulhar-nos de ter um núcleo de atores de grande talento e empenho no trabalho.», confessou ao Diário de Notícias. Confrontada com a possibilidade de o público se ter cansado da ficção da TVI, a atriz é peremptória: «Cansar não sei, mas os portugueses funcionam muito por hábitos. Somos um bocadinho tradicionalistas nestas coisas. E o que surge é que alguém diz que a programação deste outro canal está a ser mais interessante, e as pessoas vão ouvindo o boca a boca e vão vendo, ficam agradadas, têm prazer no que estão a ver, porque acho que se joga muito na qualidade, e é por isso que as coisas estão a “pegar”.». Em relação ao crescimento audiométrico da ficção brasileira, Maria Emília Correia diz à mesma publicação que «As novelas brasileiras são únicas, muito aprimoradas. São muitos anos de experiência que têm, meios a todos os níveis, e isso é uma coisa que é quase incontornável. E nós, portugueses, ainda temos muito que aprender até chegar àquele ritmo.».

Fazendo um balanço da sua mudança para a SIC, Maria Emília Correia conta que as principais diferenças entre esta estação e a TVI é que «Há uma componente afetiva muito importante, e todos nós precisamos de nos sentir acarinhados.  Há também a noção de que se está a puxar pela mesma carroça e não um para cada lado e conforme os seus interesses. Acho que isso é importante para se definir a forma de funcionarmos na estação. A TVI, a certa altura, repetiu-se imenso.». A nível de quê, a atriz diz que «De tudo, porque são muitos anos, e o problema é que é preciso refrescar. É preciso que as pessoas se reciclem. Mas claro que, como grande empresa que é, com certeza que dará conta de que alguma coisa não está a correr bem.», concluiu.

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