SIC

Margarida Carriço está deprimida por causa do «Ídolos»

É uma das finalistas da quinta temporada do «Ídolos» e uma das concorrentes mais querida do público. Porém, Margarida Carriço, de 17 anos, não está a conseguir lidar com a fama, a pressão e as críticas negativas. Nas galas, o júri é implacável e as duras críticas que lhe fizeram, foram o suficiente para deixar a jovem em estado de nervos. Na 3ª gala do programa, Margarida chegou a ter uma «branca» ao interpretar uma música de Sérgio Godinho, cuja letra foi esquecida e alterada.

Há cerca de uma semana, Margarida Carriço escreveu uma longa e sentida carta, publicada numa página pessoal da internet, sem conhecimento da família. Nessa carta, onde chega a abordar o tema do suicídio, a jovem mostrou-se nostálgica e a vontade de desistir aumentou. Os amigos encheram as páginas de fãs no Facebook com elogios, na tentativa de animar a jovem. Quem não esperava por estes desabafos é a mãe da jovem, Teresa Carriço, que ficou chocada ao saber que a sua filha sofria em silêncio. «Não tinha qualquer conhecimento dessa carta e, agora, fiquei seriamente preocupada… Ainda há pouco lhe liguei [quinta-feira, dia 14]. Estava animada com os outros colegas no hotel, iam jantar. Sei que ficou muito triste com a última gala, porque se esqueceu da letra e chorou imenso com a saída da Mónica, porque era uma das melhores amigas dela ali. Ela é uma miúda muito justa. Acho que estava convencida de que seria expulsa. Mas o facto de não estar entre os mais votados para sair deu-lhe força para continuar.», contou Teresa à revista TV 7 Dias, adiantando que a filha «Pensou em abandonar o programa, mas o apoio dos fãs e amigos animaram-na e tem andado mais alegre.».

Acerca do júri, a mãe de Margarida diz que «Ela, por acaso, até tem encarado as críticas do Pedro Abrunhosa de forma construtiva. Ele sabe dizer as coisas sem magoar, ao contrário do Manel. Eu sei, e ela também, que ele sempre foi assim, é esta a sua postura. Mas, às vezes, podia dizer o mesmo de outra forma, com outras palavras. Ele faz o trabalho dele, mas magoa quem é mais frágil, como a minha filha… Podia ser mais meigo, mas não é, infelizmente.», lamenta Teresa.

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