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Júlia Pinheiro elege os melhores momentos de “Peso Pesado”

Julia Pinheiro Peso PEsado


É já no próximo domingo que chega ao fim a primeira temporada da versão portuguesa de The Biggest Loser. Na despedida, até porque não transita para a segunda série, Júlia Pinheiro fez um balanço, em declarações à revista TV Mais.

O Melhor Momento: “Foi quando soube que o Paulo tinha deixado de ser hipertenso e que o Tiago já não usava o ventilador para a asma. Esse dia foi muito importante para mim, pois havia uma alteração significativa que prolongava a vida daquelas pessoas. Isso é inestimável. Fiquei muito feliz”

O Momento Mais Marcante: “As pessoas choraram imenso quando a Susana ficou presa na lama, a equipa ficou completamente desorientada. Tínhamos o Luís Marques aflitíssimo. O Frederico (Ferreira de Almeida) da produtora Fremantle chorava copiosamente. Aquilo foi muito marcante, soube que aquela iria ser a medida emocional do programa, mas não chorei. Tenho grande contenção. Traduzo a emoção quando começo a falar baixinho. Isso é sinal que estou quase a desfazer-me… Falei baixo algumas vezes!”

O Momento Mais Emotivo: “Os momentos em que eles punham a alma a nú, por razões que tinham a ver com o peso, foram os mais emotivos. A Susana era muito frágil nesse sentido. A mesma coisa se pode dizer do Filipe. Era um homem que estava muito focado para ver esta oportunidade como aquela que seria transformadora da sua vida. Por exemplo, ele não queria chorar, mas fazia-o. E um homenzarrão daquele tamanho a tentar controlar as emoções comovia-me muito”

O Momento Mais Divertido: “Vê-los dentro das canoas. Tudo o que metia provas aquáticas era de morrer a rir. Eles são completamente destituídos de qualquer sentido de como se manobra uma embarcação. Diverti-me muito”

O Concorrente Preferido: “Não escolho nenhum. Gostei de todos eles! Uns foram mais inteligentes na gestão do jogo, mas todos mereciam o maior respeito. Com alguns é mais fácil estabelecer o código da ternura, mas criei uma relação com todos. Quanto à Susana, havia uma fragilidade que os outros não exibiam tanto e tive sempre muito cuidado com isso, porém, não significa que eu a preferisse.”

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