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Joana Santos faz balanço de “Laços de Sangue”

Mais de um ano depois de ter aceite o desafio que a fez merecer os maiores elogios da crítica, a atriz fez um balanço da malvada Diana da “novela da nossa gente”, em entrevista à edição desta semana da revista TV Guia.

“Por incrível que parece, não chorei. Foi a primeira produção em que entrei e não verti uma lágrima no último dia. Se calhar estou a ficar como a Diana (risos). Na realidade acho que ainda não me caiu a ficha. Tenho a certeza que ainda aí vem um tsunami de lágrimas”, começou por dizer, bem disposta, acrescentando: “Por incrível que pareça, acho que o mal compensa. As pessoas adoraram esta má… A história realmente era sobre ela, mas o que salvou também a novela foram os núcleos cómicos. Senão aquilo era tudo muito negativo”.

Quanto às cenas mais difíceis de gravar, Joana Santos explicou: “A cena mais difícil para mim… e fiz muitas horríveis… foi tratar mal a Margarida Carpinteiro (Graciete) e a Lia Gama (Eunice) também. As partes em que tinha que maltratar a Lia custava-me muito. No fim, quando gritavam corta, pedia-lhes desculpa.”, frisou.

Na mesma entrevista, a exclusiva da televisão de Carnaxide falou ainda sobre o final da sua personagem: “Não foi difícil estar ali deitada dentro do caixão. Foi complicado foi estar dentro do caixão fechada. Houve uma cena em que estive lá apenas uns segundos e fez-me muita confusão. Mas adorei o final. Parece um Hitchcok. Só faltava o coveiro estar lá dentro ao lado da Diana”, admitiu, acrescentando: “Este era o final que ela merecia”.

A terminar, e fazendo jus ao nome da história, Joana Santos confessou que “fiz, verdadeiramente ‘laços de sangue’ com a Diana Chaves, o Diogo Morgado, a Juana Pereira da Silva… Foram todos muito importantes para mim…”, concluiu.