SIC

Debate alargado na SIC

Jornalismo de proximidade é o lema da SIC nesta fase, marcada por um conjunto de estreias na área da informação, entre as quais se destacam “Mário Crespo entrevista…” e “Aqui e agora”, programa de debate com Rodrigo Guedes de Carvalho.

Apesar da reestruturação interna, do processo de rescisões em curso, que, segundo o director-geral, Luís Marques “correu muito bem” e cujos resultados serão apresentados em breve, o responsável adianta que a estação poderá lançar mais canais ainda durante este ano, não descartando a hipótese de um deles poder destinar-se ao público masculino.

Mas o evento de ontem, que reuniu as figuras de charneira da SIC, serviu sobretudo para apresentar as novidades de Janeiro. A estreia de Mário Crespo já tem data e, inclusive, convidado, embora este se tenha recusado a adiantar o nome. Uma figura da política nacional, por ele já entrevistada várias vezes, inaugurará a presença de Crespo às segundas–feiras (começa dia 11) no canal generalista. Nos restantes dias da semana, continuará a conduzir o “Jornal das 9” na SIC Notícias.

Com cerca de meia-hora, o programa de horário nobre não dará voz apenas a políticos. “António Lobo Antunes poderá ser convidado para falar de outro assunto que não seja literatura”, exemplifica Mário Crespo.

Ainda sem dia da semana definido para arranque está “Aqui e agora”. Tal como “Nós por cá”, estreado ontem, nasceu como rubrica do noticiário principal e ganha agora autonomia. Moderado pelo subdirector da Informação, Rodrigo Guedes de Carvalho, promete-se aqui um debate avivado pela participação popular. A gravação decorrerá fora da SIC, nos estúdios Valentim de Carvalho, onde será possível reunir plateias numerosas. Segundo Alcides Vieira, director de Informação, o formato contará com “interactividade e estará aberto a todos os portugueses”.

Antes disso, já este domingo, Bárbara Guimarães estará de volta à antena com “Atreve-te a cantar”, que terá exibição a seguir ao “Vip manicure”, uma transferência da grelha de segunda-feira.

Para o director-geral, Luís Marques, reposicionar a SIC exige fazer dela uma estação “moderna, pro-activa, próxima dos cidadãos e interveniente”. A tónica está, claramente, na proximidade: “Vamos estar próximos das pessoas, dos seus problemas, não só na informação mas na lógica de vários programas “. O primeiro passo foi dado com Conceição Lino, às 19 horas. Diariamente, o noticiário também encurtará um pouco para poder dar maior visibilidade às rubricas diárias, de que é exemplo “Receitas cruzadas”. Confiante, Luís Marques diz ainda: “A SIC estará presente em todos os géneros, não atirará a toalha ao chão em nenhum deles”.

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