SIC

Cláudia Vieira acredita que “Rosa Fogo” “foi um bocadinho mal-amada”

Desde a entrada em funções do novo sistema de medição de audiências que a telenovela da SIC tem crescido a olhos vistos, situação que já se vinha a verificar nos últimos tempos com a Marktest. Contudo, até chegar a este ponto, Rosa Fogo teve muito do que batalhar. E é em entrevista à Notícias TV desta semana que a protagonista admite que a telenovela de Patrícia Müller “foi um bocadinho mal amada”.

“Muito se escreveu sobre Rosa Fogo e muito disparate se disse. Rosa Fogo não está a ser nenhum flop. Quando o Laços (de Sangue) começou tinha exactamente a mesma audiência do que Rosa Fogo. Quando Laços de Sangue disparou foi no mesmo momento do que Rosa Fogo, independentemente de ser agora outra empresa a medir as audiências em Portugal. Mas há aqui uma questão importante: a tradição de ver novelas está na TVI. O público da SIC não estava habituado a ver novelas portuguesas. Só com Perfeito Coração é que esse hábito começou a enraizar-se. A minha mãe tinha dificuldade em deixar de ver a TVI, foi difícil ela largar as novelas da TVI (risos)”, começou por dizer Cláudia Vieira, acrescentando em seguida “Portanto, Perfeito Coração e Laços de Sangue conseguiram realmente roubar espectadores à TVI. A Rosa Fogo veio a seguir a uma novela fabulosa. Eu própria segui a novela. E quando digo eu própria não é que isso seja um atestado de qualidade. É porque, tendo eu sempre tanto que fazer e dando primazia a acompanhar os meus trabalhos, seria natural que não seguisse esta com tanta atenção, já que não participei nela. Mas não, fiquei completamente agarrada”.

Questionada sobre se Rosa Fogo foi, então mal-amada, a estrela da SIC é peremptória. “Um bocadinho”, admite, justificando-se: “Foi um patinho feio. Uma espécie de projeto intermédio para ocupar antena entre duas co-produções da Globo. Depois de Laços de Sangue e antes de Dancin’Days. Foi vista assim por quase toda a gente. Pelo público, porque já  há muito se ouvia falar dela, pela imprensa, pela própria SIC e SP. Os próprios atores encararam este trabalho como uma coisa passageira, como se lhe dissessem ‘olhem, vamos agora fazer isto, a novela segue dentro de momentos”. Isso para mim, que me apaixonei completamente pela minha personagem e gostei imediatamente da história, foi um bocadinho triste. Não posso, porém deixar passar este momento sem elogiar a coordenação do projeto, a Patrícia Sequeira, de quem sou fã completa. Ela foi excelente, superpreocupada, meticulosa, deu-nos muita força. E qualquer ator, seja ele bom ou não, precisa sempre dessa força”, concluiu.

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