Like E Dislike

Like & Dislike (26 de agosto)

O Like&Dislike desta semana foca as rubricas dos programas diários e as novelas brasileiras na estação pública.

 

LIKE – Os melhores das profissões tradicionais no ‘Você na TV’

Os mini-concursos dentro dos programas de day-time já não são novidade. A ‘Praça da Alegria’ teve o “Dança na Praça”, o “Praça das Cantigas” e o “Há Fado na Praça”; o ‘Portugal no Coração’, o “Rei do Acordeão” e o “Ranchos no Coração”; o ‘Querida Júlia’, o “Top Gasolineiras”. O que têm todos em comum? Versam sobre temáticas que abundam em talent shows de horário nobre e que estamos fartos de ver na nossa televisão: a música e a dança. Porém, ultimamente o ‘Você na TV!’ tem elegido o melhor de cada profissão tradicional. Começaram com a rubrica ‘Costureiras de Portugal’, avançaram depois para a ‘Cabeleireiros de Portugal’ e há poucas semanas terminaram a ‘Floristas de Portugal’. Agora encontra-se a concurso aquele que será o ‘Pasteleiro de Portugal’. O talk show da Cristina e do Goucha por ser inovador ao promover e premiar através destas rubricas artes e ofícios muitas vezes negligenciados pela televisão, é merecedor do like desta semana.

 

DISLIKE – As novelas brasileiras e o serviço público

Foi a 5 de setembro de 2005 que a RTP1, com Nuno Santos no comando da direção de programação, estreou no horário pós-almoço o remake de ‘A Escrava Isaura’, novela brasileira da Record onde se estreou como atriz Paula Lobo Antunes. O sucesso por cá foi tal que alcançou altos índices audiométricos rondando os 50% de share. A partir daí, tanto Nuno Santos como depois José Fragoso reservaram este horário para uma ou duas novelas das emissoras brasileiras Record, SBT e até co-produções com a Bandeirantes como ‘Paixões Proibidas’. Umas tiveram mais sucesso que outras mas no geral fizeram bons resultados. Neste momento, encontram-se no ar ‘Ribeirão do Tempo’ e ‘Revelação’ e impõem-se as seguintes questões: faz sentido continuar a exibir novelas brasileiras num canal público? Deve a RTP ter uma programação igual à das privadas neste horário? São as novelas serviço público? Deve a RTP investir em produções brasileiras em detrimento de nacionais? As minhas respostas são negativas e espera-se que com a nova direção de programação o rumo tomado seja diferente.

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