Ídolos

Diário de um Ídolo – Carolina diz adeus

A final já se aproxima, mas o Diário de um Ídolo não pára. Saiba tudo sobre a sexta gala do “Ídolos”, aqui, no TV Universo. Actuações dos concorrentes, avaliação das mesmas, relação entre o júri, e prestação dos apresentadores, são os objectos em análise desta rubrica.

Comecemos pelas actuação dos 6 concorrentes ainda em competição:


Solange Hilário – Em termos de presença, esta rapariga de 16 anos transforma-se numa mulher. A escolha da música foi bastante inteligente, e independentemente da desafinação, achei que deu uma bom show. Fez-me lembrar a Solange da primeira gala com “I Wanna Dance With Somebody”.

Filipe Pinto – Estava expectante em relação à prestação deste concorrente, por cantar uma música de Amy Winehouse. E o resultado foi óbvio. Voltou a surpreender, e fez uma interpretação original. Interagiu com o público. Esteve muito afinado, e mais uma vez mereceu estar no lote dos 15 finalistas. Arriscou, e venceu.

Carolina Torres – Tive a sensação que no início da sua prestação existiram alguns problemas. Independentemente disso ter acontecido ou não, acho que esteve muito bem a partir da segunda parte da música. Ao estilo de concerto, cantou e encantou o público do estúdio, e o de cá de casa. Não achei justa a sua saída. Foi das concorrentes mais regulares dentro do lote dos 15 finalistas, e chegou a ser das melhores da noite. Merecia o salvamento do júri. Eu votei nela.

Carlos Costa – De uma forma mais recatada, o concorrente da Madeira acalmou, e voltou a repetir a faceta que já tinha mostrado, quando cantou Michael Jackson. Achei bonita a sua actuação, com sentimento. Carlos Costa, merece sem dúvida estar neste lote de finalistas. A entrega demonstrada na gala deste domingo foi muito grande.

Diana Piedade – Irreverente, e muito gira. A Diana é a concorrente que respira música. Sente-a, e procura mostrar que a interiorizou para o público. Mais uma vez teve uma grande presença em palco. Pode não ser uma comparação legítima, e peço desculpa se acabou por sim incoerente, mas em certos momentos fez-me lembrar a fantástica Tina Turner.

Inês Laranjeira – Não me surpreendeu. Porque é que sempre que esta concorrente canta, dá-me ideia que nunca muda de estilo. Ou é a maneira dela cantar, ou então o problema é mesmo comigo. De qualquer forma achei que esteve bem. Não concordei que fosse a sua melhor actuação, mas sei que esteve afinada e que se portou melhor que as últimas galas.

Quanto à prestação entre o júri, aqui fica a minha opinião:
Roberta Medina fala do que sabe. Mas baseia muitas vezes o seu julgamento no carisma. Mas afinal o que é o carisma que ela tanto fala? Eu sei o que é, mas muitos não devem saber.
Laurent Filipe esteve bem. Sempre politicamente correcto, este elemento do júri foi uma excelente opção da direcção de programas da SIC.
Pedro Boucherie manteve a calma, e evitou dizer “disparates”. Portou-se bem.

No que toca à apresentação, notei mais percalços por parte de João Manzarra e Cláudia Vieira, do que o costume. No entanto, com o desenrolar da gala, passaram a estar mais descontraídos.
De referi a piada de João Manzarra para Inês Laranjeira: “Eu acho que se não votarem temos penas”. É aqui que ele se destaca!

Aqui fica a minha avaliação, de 0 a 10, em relação à prestação dos 6 concorrentes:

Solange Hilário – 7

Filipe Pinto – 9
Carolina Torres – 7,5
Carlos Costa – 8
Diana Piedade – 9,5
Inês Laranjeira – 7

A próxima gala vai ser intensa. Os concorrentes vão passar a cantar duas músicas, uma das quais escolhida pelo júri. Ala dos Namorados, Roberto Carlos, Tribalistas, Clã, Paulo de Carvalho e Paulo Gonzo foram os artistas propostos. Não perca!

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