Holofotes

Sim

O leitor poderá estar a perguntar-se a razão pela qual o título da crónica é uma palavra monossilábica que possui um significado afirmativo ou de concordância. Pois bem, a resposta é muito simples… Sim, à RTP que, finalmente, mudou! E, por isso, os meus parabéns!

Ora muito bem, em primeiro lugar é sempre importante recordar quão a RTP é importante para o espectador. Para além de ser um canal que conta já com uns 50 anos no seu Cartão de Cidadão, não deixa de ser o canal do Serviço Público, o canal que requer um pagamento nosso para vermos aquilo que mais desejamos e assim suprimir muitas das nossas necessidades televisivas.

Não obstante, a RTP conseguiu, neste mês de Novembro quatro novas metas: duas no tópico da ficção nacional, uma no espaço noticioso e outra no espaço documental.

Começando pelo tópico da ficção nacional, surge-nos, desde logo, Pai à Força e Voo Directo. A primeira, que voltou para uma segunda temporada, já se tornou um hit na casa dos portugueses e no rol de favoritos de muitos dos espectadores. Uma história com qualidade que puxa pelo espectador a ver o próximo episódio e a segui-lo até ao fim é algo que é bastante difícil de fazer. Contudo, Pai à Força não desilude e consegue vingar nesta categoria. Voo Directo não lhe fica atrás. Numa história onde é abordada a vida profissional e pessoal de quatro hospedeiras de borbo em viagens entre Lisboa e Luanda, Voo Directo permite-nos estar mais ligados os PALOP e assim um contacto mais intenso com a cultura africana. Num misto de sensualidade, beleza e dinamismo, Voo Directo assumiu-se como uma das séries favoritas pelos portugueses, à sexta-feira à noite, porque nela se concentram tudo aquilo que o espectador quer e anseia ver na televisão.

No espaço noticioso, falo de Hoje, o magazine de meia-hora e separado em dois, que é exibido todos os dias, na RTP2. Para além da eficiência que agora, a transmissão de notícias na RTP2 apresenta, tudo é mais sucinto indo de encontro ao ponto fundamental sem rodeios nem peças desinteressantes. Hoje é, por isso, uma aposta ganha naquilo que se chama, a informação do Futuro.

Numa outra instância, temos o tópico documental que primou pela excelência aquando da exibição de Trovas Antigas. É deveras importante não deixar morrer o que define Portugal na música, o Fado. Este género musical sempre foi e sempre será, uma das mais valias pelo qual me orgulho em ser português não só porque há certos Fados que me fazem tremer de alegria, de beleza, de magnificiência, bem como caracteriza um Portugal que não está, de modo algum, interessado em perder as suas raízes culturais.

Numa crónica onde se celebra a 25ªedição, termino felicitando, mais uma vez, a RTP que conseguiu colocar-me um sorriso na cara ao ver tantas boas mudanças. Parabéns RTP!

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