Holofotes

Informação

Os blocos noticiosos são os programas mais importantes nos generalistas. Ouso dizer que estes programas são o espelho do canal.

Fazendo um apanhado dos mesmos:

RTP1: Bom Dia Portugal, Jornal da Tarde, Telejornal

RTP2: Jornal 2

SIC: Edição da Manhã (SIC Notícias), Primeiro Jornal, Jornal da Noite

TVI: Diário da Manhã, Jornal da Uma, Jornal Nacional

A escolha generalista da semana vai para o bloco da RTP (RTP1/RTP2).

A informação da RTP é uma informação cuidada, rigorosa, concisa, convincente, clara. Transmite o mais importante e rejeita os sensacionalismos. Os jornalistas são excelenetes profissionais que trazem o que de mais importante aconteceu no país e no mundo.

A TVI perde-se em dramatismos, em sensacionalismos e descura o mais importante sendo capaz de “espremer” todo o sumo e mais algum de uma notícia.

A SIC já foi mais sensacionalista mas perde-se nas notícias mais importantes e põe de parte muitas outras que merecem e mereciam destaque.

A meu ver, jornais televisivos de 1h15 a chegar à 1h30 é demais. É como digo, muitas vezes, os canais perdem-se nos casos mais mediáticos e nas notícias mais importantes e a essência do jornal perde-se.

Para mim, um bom jornal durava 45 minutos em que se dedicava um determinado tempo a cada notícia e nada mais, de forma a abranger o mais importante de todos os temas disponíveis. Este ainda é um factor por melhorar por parte dos telejornais.

Conto ainda com os canais cabo: SIC Notícias (que lidera, praticamente, todos os dias), RTPN e, o mais recente, TVI24.

A SIC Notícias é o canal líder da cabo chegando aos 4,5%-5% de share diário em alguns dias. A RTPN encontra-se sempre nos finais do Top, mais precisamente, entre o 7º e o 13º lugar. O TVI24 fica-se ora pelo último ora fora dos 15 mais vistos.

Mas, a meu ver, há uma simples razão: o TVI24 ter uma programação diferente porque se formos a reparar, a SIC N e a RTPN têm programas muito semelhantes e estes estão equiparados em horários semelhantes na programação e isso afasta os espectadores que não estão habituados à diferença.

A televisão tem de fomentar, no espectador, a vontade de dizer: “Quero algo diferente!”. Tem de, mas não o faz. Porquê? Porque estamos mal habituados.

A rentrée é fulcral para o espectador porque é nessa fase que o espectador vai encontro de novos programas, de novos temas, de novas coisas. A rentrée ainda está muito monótona. Contudo, fomentar a variedade já é de louvar.

TVI24 pode ser da TVI e ser sensacionalista mas é a minha escolha cabo desta semana.

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