Falar Televisão

Um programa de Topo

Depois de algum tempo de espera, chegou ontem aos ecrãs da RTP a versão nacional de «Top Chef». Infelizmente não pude acompanhar desde o início a emissão, mas graças à ajuda preciosa da minha box, consegui gravar e ver posteriormente.

Tal como aconteceu com «Masterchef», o sentimento, no final, foi semelhante. “Já acabou?”. De facto, é verdade, «Top Chef» tem muito mais movimento do que o antecessor. Tem uma realização mais cuidada. Está bem conseguido. Os jurados aparentam ter mais à vontade televisiva. Os concorrentes são mais carismáticos.

Mas há algo em que acho que, tendo em conta a realidade portuguesa acaba por pecar. É verdade que sabe sempre bem ver bons cozinhados no pequeno ecrã. Dá sempre fome. Quer-se sempre fazer  em casa, ou pelo menos tentar. Em «Top Chef» sinto que tal não é possível. Sim, eu sei que são cozinheiros de topo e têm que mostrar serviço. Mas, em tempo de crise, será esta a melhor receita?

Não quero com isto criticar a aposta, bem pelo contrário. Mas talvez devesse ser mais adaptada à nossa realidade, sobretudo ao nível da carteira lá de casa. Quanto à audiência que conquistou, é uma pena e muito pouco merecida…

  • vh

    Pois… Se entretanto o programa fosse assim, lá vinham os “famosos” argumentos do “em Portugal é sempre tudo apimbalhado”, “vão ver a versão americana que tem pratos fabulosos”, “a nossa versão é mesmo uma pobreza” e bla bla bla…

    O programa é óptimo e é isso que importa!

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