Falar Televisão

O 5 Para a Meia Noite ganhou cor

A semana que agora termina foi especial para o late night da televisão do estado. Pela primeira vez, e numa temporada em que há apenas apresentadores do sexo masculino, cinco mulheres levaram um toque mais cor de rosa à emissão do 5.

Tentei seguir todos os programas e gostei do que vi. Inês Lopes Gonçalves, uma novata nestas andanças esteve muito bem. Conseguiu fazer esquecer, por uma noite,  Luís Filipe Borges. Sílvia Alberto surpreendeu-me bastante, num registo talvez um pouco exagerado, mas que foi, de longe, superior ao de José Pedro Vasconcelos (e valeu a pena para promover Top Chef). Já Ana Galvão, essa senhora que tem uma voz inconfundível foi, igualmente, inconfundível. Talvez até quase superior ao marido, Nuno Markl. Quanto a Joana Cruz, não é preciso palavras. Faz falta à televisão portuguesa o seu talento. É uma pena que não seja apresentadora residente. Por fim, as más notícias… Oceana Basílio apresentadora? No lugar de Nilton? Com convidados que mal conheciam o programa? Um tiro no pé, infelizmente. O “melhor dia” de 5 Para a Meia Noite, na minha opinião, claro está, foi transformado no pior.

No final de tudo isto, é importante perceber. Valeu a pena ter efectuado estas mudanças? Acredito que sim. O programa precisava de um refresh. Já eram muitas emissões sempre dentro do mesmo registo. Mas de outra coisa tenho certeza. Em 2013, quando a sétima série chegar ao canal do estado, Hugo Andrade vai ter que pensar nos resultados desta experiência, nos valores que se descobriram…

 

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