Falar Televisão

Não se esqueçam de mim!

Foi a manchete da Notícias TV desta sexta-feira. Em entrevista exclusiva, Júlia Pinheiro revelou ter sido a primeira escolha para apresentar a primeira edição do Big Brother em Portugal, há quase 12 anos atrás. Uma revelação “com graça”, nas palavras da apresentadora, mas que está muito longe de ser um mero pormenor. Começando, desde logo, pela forma: Júlia aproveitou para o dizer poucos meses depois de ter trocado tristes palavras com Teresa Guilherme, aquando da estreia da segunda edição do Secret Story. Esta revelação quase que é um cheque-mate no bate boca em torno do “qual das duas é a melhor?”, tão exaustivamente discutido em praça pública pelas duas. Até porque, e já no que respeito ao conteúdo, torna-se num facto que Júlia foi mesmo a primeira escolha de José Eduardo Moniz no programa que revolucionou a televisão nacional. Teresa Guilherme, apesar de ter marcado o programa, já só por si, histórico, com o seu estilo inconfundível, foi um plano B de um projeto que relançou a estação de Queluz de Baixo e que, na altura, era preponderante para o futuro próximo da TVI.

Numa altura em que sofre derrotas consecutivas, é perfeitamente natural este tipo de intervenções de Júlia Pinheiro. É bom que o público não esqueça que ela é das figuras maiores do audiovisual nacional. Independentemente do estilo. E ela sabe disso e tem noção dessa obrigação. Júlia vê-se na obrigação de lembrar que já foi a primeira escolha, em detrimento de profissionais que, atualmente, conseguem ter um sucesso muito maior do que seu. É natural. É instintivo. É quase que obrigatório em televisão.

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