Falar Televisão

Mardi Gras televisivo

Falar_Televisao 2012

Falar_Televisao 2012

Está tão perto mas tão perto que já quase lhe consigo sentir o gosto. O entrudo está à porta e parece que até em televisão andam todos com espírito e a brincar ao Carnaval. Desde  uma televisão de folclore, mascarada de canal generalista de informação, (seja lá o que isso for), a uma reportagem muito grande, divida por episódios num canal verdadeiramente generalista e  de méritos firmados, a transformar uma televisão num tribunal.

Por estes dias, em que se apresentam os tais novos canais que chegam com ideias megalómanas e para ser líderes. Se o saber não ocupa espaço, a ambição também não, mas a humildade não fica mal a ninguém, mesmo que mascarada. É neste mesmo período festivo, em que se (re)conhece que a TDT chega a 62% dos lares com problemas, que se acorda o leão para o problema de um caso parecido com o que deu direito à tal reportagem dividida por episódios e que não é mais do que um episódio deste país nascido para os favorecimentos ilícitos, onde se mudam as vidas dos pobres mas pior.

E na sociedade carnavalesca, o canal do Estado segue lado a lado com o corso, e na estação que alegadamente não olha a audiências muda-se a grelha para agradar as matrafonas que vagueavam pelos share miseráveis que não são um bom cartão de visita.

Por entre confetes e serpentinas a TVI anuncia com pompa e circunstância e grande fogo de artificio a sua melhor e mais arrojada fantasia dos últimos tempos. As promoções ao carro alegórico onde segue Liliane Marise não param e a estação aposta forte no joker, porque o Carnaval são três dias e no fim ninguém leva a mal.

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